sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Ao Xacal, na certeza de estar falando a todos

este texto é um mero comentário no A Trolha

joca muylaert disse..

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Caro Xacal,Primeiramente te agradeço pela elegância em divulgar a nossa necessidade de contribuirmos para frear certas inverdades que colocam em vala comum A e B, assim como os outros integrantes desta Impresa Livre.Para quem me lê, pode parecer absurdo, mas não conheço nada mais além do Xacal do que o anônimo Xacal.Posso ter estado hoje com vc. Deliciado uma cerveja, um uisque e, com certeza um bate-papo interessante. Mas confesso não ter a mínima preocupação de quem vc seja.O personagem Xacal é mais do que um personagem. É um fio condutor indispensável à formação do pensamento crítico. Este fenômeno jamais seria possível sem a existência dos outros blogueiros tão importantes aos debates.Quando entenderem a importância da blogosfera como fonte alternativa e libertária interior (no sentido de vc poder comumente postar o que quer), não haverão anônimos que, em falta de adjetivação negativa real, usarão os velhos preconcetos para embaçar os pensamentos de pessoas que, desprovidas da crítica alheia, cagam e andam pros rótulos que les são impostos por falta de terem uma argumentação mais consistente.Te conto:Grande parte de minha vida vivi no Rio. Gostaria de não ter saido daqui, porém, lá cresci na essência de agir e pensar a vida naturalmente.Lá trabalhei, constitui família, tenho dezenas de amigos...Lá aprendi ao papo puro do bar. Solto,livre,direto,transversal.´E não foi em anos 2000...Herdei sim a vontade de ter amigos regados ao chope, a cerveja. a uma boa dose de cachaça, quando em vez a um bom malte. Tudo com muita naturalidade. No final a mesa se desfazia e cada um de nós caminhava com a sua própria noite.Um dia só, eu com aquele chevete, outro dia de carona, outro dia o Vip's... era normal. Mas não havia metrias das feiras. Valia de domingo à sabado.Volto pra Campos e percebo alguma diferença que tive dificuldade em identificar. Tudo no bar acontecia muito parecido como no Rio, mas no final...sei lá.Demorei a descobrir. Até que uma companheira tivesse a curiosodade de sentir a catinga do meu cangote.Matei a charada. Aqui existem as personalidades públicas e as privadas. Tudo num só corpo.É, Véio, vc deve estar pensando:Mais uma Jumentinha no meu caminho. Que nada! Estou me dirigindo a esse "anônimo" mequetrefe que, como muitos, deveriam buscar um bom tratamento. Que pobreza... "injocusetilicus"; quem bebe mais...?Vejo o anonimato como necessidade de proteção em certas situações, mas vamos lá...Desce dessa sua infantilidade e chega pro real...Xacal, mais uma vez, a vc e a todos os blogueiros, obrigado pela recepção.O mais importante:Não importa a pessoalidade. Importa a saída do senso comum.Anônimo,Vou postar no Carraspana o que aconteceu com a filha da minha "namorada" que queria convecer a mãe que tio Joca bebia demais...
20 de Fevereiro de 2009 02:59

Um comentário:

Rosângela - discípula aprendendo... disse...

Ser jumentinha dá um tabalho!!! Mas não cansa! Gostei de seu blog.
Senti receber um copo de água fresca.
Caminhemos...