domingo, 26 de dezembro de 2010

Chico D'Angelo continuará deputado.

em primeiro plano, luciano d'angelo discursa em trajano de moraes, chico d'angelo ao centro e Carlinhos Shalon, do pt local, à esquerda

A nomeação de Luiz Sérgio, presidente regional do PT- RJ para o Ministério das Relações Institucionais, possibilitou que o estado do Rio continue contando com Chico D'Angelo como deputado federal. Certamente uma das suas mais importantes vozes na Câmara Federal.

O jornalismo no Brasil

Obra reúne textos de jornalistas e historiadores que falam sobre a imprensa brasileira, desde seu surgimento em 1808 até os dias atuais

A imprensa brasileira tem uma trajetória curiosa. Ela surgiu em 1808, junto com a chegada da Corte portuguesa ao Brasil, e cresceu com a formação da Nação brasileira. Foi Hipólito da Costa, considerado o patrono da imprensa no Brasil, quem criou o Correio Braziliense, um jornal oposicionista que discutia os problemas da colônia e que fazia duras críticas à Corte portuguesa. Detalhe: ele era todo feito na Inglaterra. No final do século XIX eram 1.500 títulos registrados apenas em São Paulo. Em geral, publicações com duas páginas. De lá para cá, o que mudou na imprensa, o surgimento de novas mídias, as revistas, o papel da imprensa durante a ditadura militar, pode ser acompanhado em História da Imprensa no Brasil, livro organizado pelas historiadoras Ana Luiza Martins e Tânia Regina de Luca, lançado pela Editora Contexto, que reúne textos de historiadores e jornalistas.



O livro é divido em três partes. "Primórdios da imprensa no Brasil" discute, entre outras coisas, o surgimento da palavra impressa e questiona os reais motivos do seu atraso no Brasil. "Tempos eufóricos da imprensa republicana", a segunda parte, fala sobre o momento das transformações tecnológicas. Há uma explosão de títulos e o surgimento de revistas com páginas coloridas. Os jornais tornavam-se grandes conglomerados. É uma nova era, como diz a socióloga Maria de Lourdes Eleutério em "Imprensa a serviço do progresso". Globalização, informática e revolução tecnológica são alguns dos temas da terceira e última parte "De 1950 aos nossos dias". As estreitas e marcantes relações entre imprensa e política são lembradas pela jornalista Ana Maria de Abreu Laurenza em "Batalhas em letra de forma: Chatô, Wainer e Lacerda". Já os jornalistas Luiza Villaméa e Cláudio Camargo, em "Revolução tecnológica e reviravolta política" e "O meio é a mensagem: a globalização da mídia", respectivamente, falam entre outras coisas sobre a comunicação on-line, a informatização das redações e as mudanças na maneira como o jornalismo passou a ser conduzido. Luiza, por exemplo, lembra dos tempos em que o barulho das máquinas de escrever nas redações era ensurdecedor, que o uso de carbonos entre as laudas deixava mãos e roupas pretas, além da maçaroca de papéis que ficavam espalhados pelas mesas. Cenário que parecia não combinar com o resultado final de jornais e revistas escritos por cabeças brilhantes, como o lendário Cláudio Abramo, retratado pelas lentes do fotógrafo Hélio Campos Mello, diretor de redação da Brasileiros, em foto batizada "Em busca de um título".

O livro passa por Assis Chateaubriand e sua relação com os militares, os Diários Associados e a revista O Cruzeiro. Traz também histórias e dados sobre o mercado editorial no Brasil. Em "A era das revistas de consumo", Thomaz Souto Corrêa, jornalista e vice-presidente do Conselho Editorial do Grupo Abril, por exemplo, relata a trajetória de sucesso da empresa de Victor Civita e como esse tipo de veículo surgiu e tomou força em 1950, com o lançamento dos quadrinhos do Pato Donald. Além de contar com detalhes o surgimento das principais revistas brasileiras, desde as semanais como Veja, IstoÉ e Época, até as femininas, como Claudia, que desde seu lançamento, em 1961, mantém a liderança na categoria. "Porque o bom jornalismo se pratica para o leitor, e não há leitores de segunda ou terceira categoria. Todos merecem o mesmo rigor profissional, até os que se interessam pelos aspectos mais frívolos do mundo contemporâneo", afirma Corrêa em seu texto. Prova disso talvez seja o fato de que, atualmente, e em meio a essa crise mundial, o Brasil publica mais de três mil títulos, número de país desenvolvido.
(do blog brasileiros)

sábado, 25 de dezembro de 2010

Marx e seu legado de horrores


No momento em que escrevo estas notas, o Produto Interno Bruto brasileiro está sendo avaliado em mais R$ 3 trilhões (à margem o que se opera na sábia economia paralela), 38% dos quais vão diretamente para os cofres do governo e são torrados, em sua quase totalidade, em grossos salários e aposentadorias, propaganda, subsídios e patrocínios, viagens incessantes locais e internacionais, verbas de representação, festas, almoços, jantares, manutenção e custeio da amplíssima máquina burocrática, propinas, doações a fundo perdido, além de mordomias múltiplas - para não falar nas bilionárias e permanentes falcatruas das agências, bancos, ministérios e institutos oficiais.

A justificativa encontrada pela elite política e administrativa do país para gastos tão alarmantes quanto inúteis são os imperativos de se obedecer aos dispositivos constitucionais, traçados pela própria elite, e que impõem um simulacro de deveres para com o “social” – fraude lastreada, na atual temporada, pelo ardiloso programa do Bolsa Família. De fato, aos olhos de todos (se não estiverem tapados), na medida em que crescem de forma galopante as escorchantes tributações sobre os bens e ganhos privados, dos trabalhadores e dos empresários, aumenta o número de “excluídos”, pois uma coisa decorre exatamente da outra: é o “Estado forte” (com suas “empenhadas” elites partidárias e instituições burocráticas em geral) que se apropria, por força da violência legal (e da inércia ou ignorância da população), da riqueza produzida pela sociedade para usufruto diuturno de privilégios.

A grande e inominável sacanagem que a elite política (à esquerda e à “direita”) comete contra o povo brasileiro consiste em não esclarecer alto e bom som quanto à absoluta incapacidade do Estado em solucionar o problema da pobreza e de não o alertar para o fato de que a existência do Estado se fundamenta, por principio, na exploração e escravização da sociedade (daí, a extrema necessidade de tê-lo sob o controle do indivíduo).

Pode-se afirmar, como Hegel, um professor universitário imaginoso e bem-remunerado, que o Estado representa a realidade racional do Espírito absoluto, ou tolerá-lo, no dizer de Roberto Campos, como um mal necessário. Mas, de um modo ou de outro, as medidas paliativas que em seu nome se alardeia, aqui e acolá, bem como as benfeitorias, no campo social, que a toda hora se inventa e proclama - são elas próprias a evidência do malogro.

E aqui entra, mais uma vez, o pensamento de Marx (e afins). Vociferando contra as forças produtivas da sociedade historicamente sedimentada na propriedade privada, na confiança e na solidariedade que os homens cultivam para sobreviver, o irado profeta da trombeta vermelha, por força de um caráter absolutamente egoísta e deformado, fortaleceu como nenhum outro intelectual moderno o mito do Estado (especialmente ditatorial) como instrumento para se chegar à igualdade e à justiça social. Com sua diabólica vocação para vender ilusões e promover discórdias, expressão de injustificada revolta contra uma realidade espiritual transcendente que jamais chegou a entender, ele de fato ajudou (e continua ajudando com a mística do comunismo) a erguer sociedades perfeitamente escravocratas e desiguais, mantidas ora pela mentira e pelo genocídio, ora pelo medo e pelo terror.

Ao cabo de tudo devemos nos indagar sobre a verdadeira razão do prestigio do marxismo na América Latina, levando-se em consideração que as revoluções ocorridas nos últimos 100 anos jamais se deram, conforme previsto por Marx, pelo desenvolvimento das “contradições internas do capitalismo” e menos ainda pela força do “determinismo Histórico”.

Em parte, a pergunta encontra resposta na já mencionada luta campal que grupos, partidos e corporações travam pelo poder, usando como instrumental as mais fantasiosas teorias para legitimar a exploração do trabalho da maioria –

o que significa dizer, em última análise, a exploração da riqueza criada pelo trabalhador e pelo empresário por uma minoria ativa de políticos, corporações e tecnoburocratas que usam o Estado (e seu aparato de violência legal) para impor suas vontades e garantir seus privilégios.

No que se refere à outra parte da resposta, tenho dúvidas quanto à capacidade da maioria em enxergar o óbvio ululante, pelo menos até que sinta na própria carne – a exemplo do que ocorreu na ex-URSS e ocorre hoje em Cuba, Coréia do Norte, Vietnã e China – a tirania da nomenclatura em nome da Ditadura do Proletariado - o que, bem avaliado, no Brasil de hoje é um projeto que navega firme e a todo vapor.

Janeiro às portas.



Feriados 2011

01/01/2011 (Sábado) - Confraternização Universal

08/03/2011 (Terça-Feira) - Carnaval

21/04/2011 (Quinta-Feira) - Tiradentes

22/04/2011 (Sexta-Feira) - Paixão de Cristo

01/05/2011 (Domingo) - Dia do Trabalho

23/06/2011 (Quinta-Feira) - Corpus Christi

07/09/2011 (Quarta-Feira) - Independência do Brasil

12/10/2011 (Quarta-Feira) - Nossa Sra. Aparecida - Padroeira do Brasil

02/11/2011 (Quarta-Feira) - Finados

15/11/2011 (Terça-Feira) - Proclamação da República

25/12/2011 (Domingo) - Natal

01 · Confraternização Universal
01 · Dia Mundial da Paz
02 · Dia da Abreugrafia
05 · Criação da 1ª Tipografia no Brasil
06 · Dia de Reis
06 · Dia da Gratidão
07 · Dia da Liberdade de Cultos
08 · Dia do Fotógrafo
09 · Dia do Fico (1822)
09 . Dia do Astronauta
14 · Dia do Enfermo
15 . Dia Mundial do Compositor
15 . Dia dos Adultos
20 · Dia do Museu de Arte Moderna
do RJ
20 · Dia do Farmacêutico
21 · Dia Mundial da Religião
24 · Dia da Previdência Social
24 · Dia da Constituição
24 · Instituição do Casamento civil no Brasil

24. Dia Nacional dos Aposentados

25 · Dia do Carteiro
25 · Fundação de São Paulo
25 · Criação dos Correios e Telégrafos no Brasil
27 · Dia da Elevação do Brasil Vice-Reinado (1763)
28 · Dia da Abertura dos Portos (1808)
30 · Dia da Saudade
30 · Dia do Portuário
30 · Dia Nacional das Histórias em Quadrinhos
30 · Dia da Não-Violência
31 · Dia do lançamento do 1º Satélite · EUA (1958)
31 . Dia Mundial do Mágico


01 . Dia do Publicitário
02 · Dia do Agente Fiscal
02 · Dia de Iemanjá
05 · Dia do Datiloscopista
07 · Dia do Gráfico
09 · Dia do Zelador
10 . Dia do Atleta Profissional
11 · Dia da Criação da Casa de Moeda
11 · Dia Mundial do Enfermo
14 · Dia da Amizade
16 · Dia do Repórter
16 . Carnaval
19 · Dia do Esportista
21 · Dia da Conquista do Monte Castelo (1945)
21 · Data Festiva do Exército
23 · Dia do Rotaryano

24 · Promulgação da 1ª Constituição Republicana (1891)

25 · Dia da criação do Ministério das Comunicações
27 · Dia do Agente Fiscal da Receita Federal
27 . Dia Nacional do Livro Didático


02 · Dia Nacional do Turismo
02 . Dia da Oração
03 · Dia do Meteorologista
05 · Dia do Filatelista Brasileiro
07 · Dia do Fuzileiros Navais
08 · Dia Internacional da Mulher
10 · Dia do Telefone
10 - Dia do Sogro
12 - Aniversário de Recife (468 anos) e Olinda (470 anos)
12 · Dia do Bibliotecário
14 · Dia do Vendedor de Livros
14 · Dia Nacional da Poesia
14 · Dia dos Animais
15 · Dia da Escola
15 · Dia Mundial do Consumidor
19 · Dia de São José
19 · Dia do Carpinteiro
19 · Dia do Marceneiro

20 · Início do outono
20 . dia do contador de Histórias
21 · Dia Universal do Teatro
21 · Dia Internacional Contra a Discriminação Racial
21 . Dia Universal do Teatro
22 . Dia Mundial da Água
23 · Dia Mundial da Meteorologia
26 · Dia do Cacau
27 · Dia do Circo
28 · Dia do Diagramador
28 · Revisor
30 . Dia Mundial da Juventude
31 · Dia da Integração Nacional
31 · Dia da Saúde e Nutrição
31 . Aniversário do Golpe Militar - 1964



01 · Dia da Mentira
01 . Dia da Abolição da Escravidão dos Índios - 1680
02 · Dia do Propagandista 02 · Dia Internacional do Livro Infantil
02 . Páscoa
04 · Dia Nacional do Parkinsoniano
07 · Dia do Corretor
07 · Dia do Jornalismo
07 · Dia do Médico Legista
07 · Dia Mundial da Saúde
08 · Dia da Natação
08 · Dia do Correio
08 · Dia Mundial do Combate ao Câncer
09 · Dia Nacional do Aço
10 · Dia da Engenharia
12 · Dia do Obstetra
13 · Dia do Office-Boy
13 · Dia dos Jovens
13 . Dia do Hino Nacional -1º Execução do Hino Nacional Brasileiro -1831
14 · Dia Pan-Americano
15 · Dia da Conservação do Solo
15 · Dia Mundial do Desenhista
15 · Dia do Desarmamento Infantil
16 . Dia da Voz
18 · Dia Nacional do Livro Infantil
18 · Dia de Monteiro Lobato
19 · Dia do Índio

19 · Dia do Exército Brasileiro

20 · Dia do Diplomata

20 . Dia do Disco
21 · Tiradentes
21 · Dia da Latinidade
21 · Dia do Metalúrgico
21 . Dia do Policial Civil
21 . Dia do Policial Militar
22 · Descobrimento do Brasil
22 · Dia da Força Aérea Brasileira
22 · Dia da Comunidade luso-brasileira
22 . Dia do Planeta Terra
23 · Dia de São Jorge
23 · Dia Mundial do Escoteiro
23 . Dia Mundial do Livro e do Direito do Autor
23. Dia Nacional da Educação de Surdos
24 · Dia do Agente de Viagem
24 · Dia Internacional do Jovem Trabalhador
25 · Dia do Contabilista
26 · Dia do Goleiro
26 · Dia da 1ª Missa no Brasil
27 · Dia da Empregada Doméstica
27 · Dia do Sacerdote
28 · Dia da Educação
28 · Dia da Sogra
30 · Dia do Ferroviário
30 · Dia Nacional da Mulher


01 · Dia Mundial do Trabalho
02 · Dia Nacional do Ex-combatente
02 · Dia do Taquígrafo
03 · Dia do Sertanejo
05 · Dia de Rondon
05 · Dia da Comunidade
05 · Dia Nacional do Expedicionário
05 · Dia do Artista Pintor
05 . Dia do Marechal Rondon
06 · Dia do Cartógrafo
07 · Dia do Oftalmologista
07 · Dia do Silêncio
08 · Dia da Vitória
08 · Dia do Profissional Marketing
08 · Dia do Artista Plástico
08 · Internacional da Cruz Vermelha
09 · Dia da Europa
09. Dia das Mães
10 · Dia da Cavalaria
10 · Dia do Campo
11 · Integração do Telégrafo no Brasil
12 · Dia Mundial do Enfermeiro
13 · Abolição da Escravatura
13 · Dia da Fraternidade Brasileira
13 · Dia do Automóvel
14 · Dia Continental do Seguro
15 · Dia do Assistente Social
15 · Dia do Gerente Bancário
16 · Dia do Gari
17 · Dia Internacional da Comunicação e das Telecomunicações

17 · Dia da Constituição
18 · Dia dos Vidreiros
18 · Dia Internacional dos Museus
19 · Dia dos Acadêmicos do Direito
20 . Ascensão do Senhor
20 · Dia do Comissário de Menores
21 · Dia da Língua Nacional
22 · Dia do Apicultor
23 · Dia da Juventude Constitucionalista
24 · Dia da Infantaria
24 · Dia do Datilógrafo
24 · Dia do Detento
24 · Dia do Telegrafista
24 · Dia do Vestibulando
25 · Dia da Indústria
25 · Dia do Massagista
25 · Dia do Trabalhador Rural
25 . Dia do Vigilante
27 · Dia do Profissional Liberal
29 · Dia do Estatístico
29 · Dia do Geógrafo
30 · Dia do Geólogo
30 · Dia das Bandeiras
31 · Dia do Comissário de Bordo
31 · Dia Mundial das Comunicações Sociais
31 · Dia do Espírito Santo


01 · Semana Mundial do Meio Ambiente
01 · Dia de Caxias
01 · Primeira transmissão de TV no Brasil
01. Dia da Imprensa
03 · Dia Mundial do Administrador de Pessoal
03 · Pentecostes
03 . Corpus Christi
05 · Dia da Ecologia
05 · Dia Mundial do Meio Ambiente
07 · Dia da Liberdade de Imprensa
08 · Dia do Citricultor
09 · Dia do Porteiro
09 · Dia do Tenista
09 · Dia da Imunização
09 · Dia Nacional de Anchieta
10 · Dia da Artilharia
10 · Dia da Língua Portuguesa
10 · Dia da Raça
11 · Dia da Marinha Brasileira
11 · Dia do Educador Sanitário
12 · Dia do Correio Aéreo Nacional
12 · Dia dos Namorados
13 · Dia de Santo Antônio
13 · Dia do Turista
14 · Dia do Solista
14 · Dia Universal de Deus

17 · Dia do Funcionário Público Aposentado
18 · Dia do Químico
18 · Imigração Japonesa
19 · Dia do Cinema Brasileiro
20 · Dia do Revendedor
21 · Dia da Mídia
21 · Dia do Imigrante
21 · Dia Universal Olímpico
21 · Início do inverno
24 · Dia das Empresas Gráficas
24 · Dia de São João
24 · Dia Internacional do Leite
26 . Dia do Metrologista
27 · Dia Nacional do Progresso
28 · Dia da Renovação Espiritual
29 · Dia de São Pedro e São Paulo
29 · Dia do Papa
29 · Dia da Telefonista
29 · Dia do Pescador



01 · Dia da vacina BCG
02 · Dia do Hospital
02 · Dia do Bombeiro Brasileiro
04 · Dia Internacional do Cooperativismo
04 · Independência dos EUA
04 . dia do Operador de Telemarketing
06 · Dia da criação do IBGE
08 · Dia do Panificador
09 · Dia da Revolução e do Soldado Constitucionalista
10 · Dia da Pizza
12 . Dia do engenheiro Florestal
13 · Dia do Engenheiro de Saneamento
13 · Dia do Cantor
13 · Dia Mundial do Rock
14 · Dia do Propagandista de Laboratório
14 · Dia da Liberdade de Pensamento
15 · Dia Nacional dos Clubes
16 · Dia do Comerciante
17 · Dia de Proteção às Florestas
19 · Dia da Caridade
19 · Dia Nacional do Futebol
20 · Dia do Amigo e Internacional da Amizade
20 · Dia da 1ª Viagem à Lua (1969)
23 · Dia do Guarda Rodoviário
25 · Dia de São Cristóvão
25 · Dia do Colono
25 · Dia do Escritor
25 · Dia do Motorista
26 · Dia da Vovó
27 · Dia do Motociclista
28 · Dia do Agricultor


01 · Dia Nacional do Selo
03 · Dia do Tintureiro
03 . Dia do Capoeirista
05 · Dia Nacional da Saúde
08 . Dia dos Pais
08 · Dia do Pároco
11 · Dia da Televisão
11 · Dia do Advogado
11 · Dia do Estudante
11 · Dia do Garçom
11 . Dia Internacional da Logosofia
11 . Dia dos Advogados
12 · Dia Nacional da Artes
13 · Dia do Economista
14. Dia do Cardiologista
15 · Assunção de Nossa Senhora
15 · Dia da Informática
15 · Dia dos Solteiros
16 . Dia do Filósofo
19 · Dia do Artista de Teatro
19 · Dia Mundial da Fotografia
20 . Dia dos Maçons
22 · Dia do Folclore
22 . Dia do Supervisor Escolar
23 · Dia da Injustiça
24 · Dia da Infância
24 · Dia dos Artistas
24 · Dia de São Bartolomeu
25 · Dia do Feirante
25 · Dia do Soldado
27 · Dia do Corretor de Imóveis
27 · Dia do Psicólogo
28 · Dia da Avicultura
28 · Dia dos Bancários
29 · Dia Nacional do Combate do Fumo
31º · Dia da Nutricionista


01 · Início da Semana da pátria
01 · Dia do Profissional de Educação Física
02 · Dia do Repórter Fotográfico
03 · Dia do Guarda Civil
03 · Dia do Biólogo
05 · Dia Oficial da Farmácia
05 · Dia da Amazônia
06 · Dia do Alfaiate
06 · Oficialização da letra do Hino Nacional
07 · Independência do Brasil
08 · Dia Internacional da Alfabetização
09 · Dia do Administrador
09 · Dia do Médico Veterinário
09 · Dia da Velocidade
10 · Fundação do 1º Jornal do Brasil
12 . Dia do operador de rastreamento
14 · Dia da Cruz
14 · Dia do Frevo
15 . Dia do Cliente
16 · Dia Internacional para a Preservação da Camada de Ozônio
17 · Dia da Compreensão Mundial
18 · Dia dos Símbolos Nacionais
19 · Dia de São Geraldo
19 · Dia do Teatro



01 · Dia Internacional da Terceira Idade
1º · Dia de Santa Terezinha
1º · Dia do Vendedor
1º · Dia Nacional do Vereador
03 · Dia Mundial do Dentista
03 · Dia do Petróleo Brasileiro
03 · Dia das Abelhas
04 · Dia da Natureza
04 · Dia do Barman
04 · Dia do Cão
04 · Dia do Poeta
04 · Dia de São Francisco de Assis
05 · Dia das Aves
05 · Dia Mundial dos Animais
07 · Dia do Compositor
08 · Dia do Nordestino
09. Dia do Açougueiro e profissionais do setor
10 · Semana da Ciência e Tecnologia
10 · Dia Mundial do Lions Clube
11 · Dia do Deficiente Físico
11 · Dia do Teatro Municipal
12 · Dia de Nossa Senhora Aparecida
12 · Dia da Criança
12 · Dia do Atletismo
12 · Dia do Engenheiro Agrônomo
12 · Dia do Mar
12 · Dia do Descobrimento da América
12. Dia do Corretor de Seguros
12. Dia Nacional da Leitura
13 . Dia do Terapeuta Ocupacional
13 · Dia do Fisioterapeuta
14 · Dia Nacional da Pecuária


01 · Dia de Todos os Santos
02 · Dia de Finados
03 · Dia do Cabeleireiro
03 · Instituição do Direito e Voto da Mulher (1930)
04 · Dia do Inventor
05 · Dia da Ciência e Cultura
05 · Dia do Cinema Brasileiro
05 · Dia do Radioamador e Técnico Eletrônica
05 . Dia Nacional do Designer
07. Dia do Radialista
08 · Dia Mundial do Urbanismo
08 . Dia do Radiologista
09 · Dia do Hoteleiro
10 · Dia do Trigo
11 · Dia do Soldado Desconhecido
12 . Dia do Diretor de Escola
12 · Dia do Supermercado
14 · Dia Nacional da Alfabetização

15 · Proclamação da República
16 · Semana da Música
17 . Dia da Criatividade
18 . Dia do Conselheiro Tutelar
19 · Dia da Bandeira
20 · Dia do Auditor Interno
20 · Dia Nacional da Consciência Negra
20 . Dia do Esteticista
20 . Dia do Biomédico
21 · Dia da Homeopatia
21 · Dia das Saudações
22 · Dia do Músico
25 · Dia Nacional do Doador de Sangue
27 . Dia do Técnico da Segurança do Trabalho
28 · Dia Mundial de Ação de Graças


01 · Dia Internacional da Luta contra a AIDS
01 · Dia do Imigrante
01 · Dia do Numismata
02 · Dia Nacional do Samba
02 · Dia da Astronomia
02 · Dia Pan-americano da Saúde
02 · Dia Nacional das Relações Públicas
03. Dia Internacional do Portador de Deficiência
04 · Dia da Propaganda
04 · Dia do Pedicuro
04 . Dia do Orientador Educacional
08 · Dia Mundial da Imaculada Conceição
08 · Dia da Família
08 · Dia da Justiça
09 · Dia da Criança Especial
09 · Dia do Fonoaudiólogo
09 · Dia do Alcoólico Recuperado
10 · Declaração Universal Direitos Humanos
10 · Dia Internacional dos Povos Indígenas
10 · Dia Universal do Palhaço
11 · Dia do Arquiteto
11 · Dia do Engenheiro
13 · Dia do Cego
13 · Dia do Marinheiro
13 · Dia do Ótico
13 . Dia de Santa Luzia
13 . Dia do Engenheiro Avaliador e Perito de Engenharia
14 . Dia Nacional do Ministério Público
16 · Dia do Reservista
18 . Dia do Museólogo
20 · Dia do Mecânico
21 · Dia do Atleta
22 · Início do verão
23 · Dia do Vizinho
24 · Dia do Órfão
25 · Natal
26 · Dia da Lembrança
28 · Dia do Salva-vidas
31 · Dia de São Silvestre
31 · Reveillon


quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Homem se joga de balcão do Parlamento romeno durante sessão.


Um homem se jogou do mezanino da Câmara romena nesta quinta-feira (23), durante uma sessão em que o governo conseguiu derrubar uma moção de não confiança no Parlamento. Segundo a agência de notícias Associated Press, o homem sofreu fraturas de face e não corre perigo de morte.

Aparentemente, ele se jogou em protesto contra as medidas de austeridade do governo. Ele usava uma camiseta escrito: "Vocês nos perfuraram, vocês mataram o futuro dos nossos filhos. Liberdade."

A forte pancada repercutiu na Câmara depois que o homem, Adrian Sobaru - identificado pela rede de televisão pública do país como um dos seus engenheiros -, saltou de uma altura de cerca de 7 metros. Ele bateu nos bancos logo após o primeiro-ministro, Emil Boc, ter cumprimentado os parlamentares. Ninguém mais ficou ferido.

Boc olhou assustado e correu em direção ao homem, junto com outros legisladores. O primeiro-ministro classificou o incidente como "uma tragédia" que o chocou, e pediu calma "nestes tempos difíceis."

A sessão foi reiniciada sem a presença de parlamentares da oposição, que sairam quando o seu pedido para reagendar a moção foi negado. A oposição precisava de 236 votos para derrubar o governo.

O governo da Romênia está atolado na recessão e recentemente reduziu os salários do setor público em um quarto. Os impostos sobre vendas foi aumentado de 19 a 24%. O declínio de sua economia é esperado em 2% neste ano, depois que contraiu 7,1% em 2009. Os cortes irritaram muitos romenos.

Precisa-se de Repórter. (porque JORNALISTA encarece!!!)

Reporter*
Para atuar em Revista produzida pela empresa

Cumprimento e elaboração de pautas;
Apuração
Redação de Textos
Entre outros.

Pré-requisitos

Experiência na função;
Superior Completo erm Comunicação Social - Habilitação em Jornalismo;
Desejável Inglês;

A empresa oferece:

Faixa Salarial:R$ 1.700,00
VT + Refeição no Local.
Horário: 09:00 às 17:00 - Seg / Sexta
Local: Taquara

Os interessados e dentro do perfil, devem encaminhar no corpo do e-mail, o
curriculo para: oportunidade44@yahoo.com.br. Mencionando no campo assunto,
REPORTER.
__._,_.___

o que é o natal?

estou velho e farto das coisas que descontroem.
o natal...
porquê desejá-lo feliz, se os temos em 365 dias do ano naturalmente.
Hipócritas os que não percebem esta realidade natural.
escusas aos amigos que me enviaram "cartões", mas nós fazemos o "natal" todo dia.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Deputados aprovam reajuste para governador, vice e secretários do RJ

Governador ganhará R$ 17,2 mil, enquanto vice e secretários, R$ 12,9 mil.Sérgio Cabral precisa sancionar lei para entrar em vigor em 1º de janeiro.

A Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) aprovou nesta segunda-feira (20) o projeto de lei que reajusta os salários do governador, vice-governador e secretários estaduais a partir de 1º de janeiro. Com a aprovação do projeto apresentado pela Comissão de Orçamento, Fiscalização Financeira e Controle da Alerj, o salário do governador passa de R$ 13.400 para R$ 17.200. Já os salários do vice e dos secretários passam de R$10 mil para R$ 12.900 por mês. O texto agora vai à sanção do governador Sérgio Cabral.
Em plenário, o presidente da comissão, deputado Edson Albertassi (PMDB), reforçou que o reajuste foi calculado com base na possibilidade de comprometimento do Orçamento. "E tivemos a preocupação de propor um teto compatível com as funções que serão beneficiadas", afirmou Albertassi, lembrando que a alteração beneficia outros profissionais que estão no teto do Executivo, como coronéis da Polícia Militar e delegados de polícia, entre outros.

Deputados estaduais também terão reajuste
Os deputados estaduais do Rio também terão aumento de rendimentos em 2011. Eles recebem o equivalente a 75% do salário dos deputados federais, que foi reajustado em Brasília e passou para R$ 26,7 mil. Com isso, os rendimentos dos deputados estaduais do Rio passam de R$ 12.384 para cerca de R$ 20 mil mensais.
De acordo com a assessoria da Alerj, o reajuste dos deputados estaduais entrará em vigor em 1º de fevereiro de 2011.
(G1/RJ)

domingo, 19 de dezembro de 2010

Raul Castro defende abertura, não capitalismo, em Cuba


Em um discurso de duas horas encerrando os trabalhos da Assembleia Nacional, no sábado, Raul Castro disse que não foi eleito para "restaurar o capitalismo em Cuba", mas reconheceu que foi um erro "estatizar quase toda a atividade econômica do país".

"Temos o dever fundamental corrigir os erros que cometemos nessas cinco décadas de construção do socialismo em Cuba", afirmou o líder cubano.

Castro lembrou que tanto Karl Marx quanto Vladimir Lênin, ideólogos do comunismo, definiram que o Estado só deveria "manter a propriedade sobre os meios fundamentais de produção".

Entretanto, o presidente cubano estabeleceu o limite das mudanças. "O planejamento, e não o mercado, será o traço definitivo da economia e não se permitirá a concentração da propriedade. Mais claro que isso, nem água".

MUDANÇAS

Em seu discurso, Castro delineou a estratégia política que seu governo continuará no ano que vem, tanto no plano econômico quanto no social e político.

Segundo o presidente, as mudanças estruturais continuarão: créditos e subsídios serão eliminados, as funções do partido e do governo serão separadas, o emprego autônomo será promovido e o governo colocará um ponto final em restrições "desnecessárias".

Entre os anúncios mais importantes feitos por Raul Castro está o de que ele pretende separar as estruturas do governo e do Partido Comunista - que atualmente se confundem em todos os níveis, dos municípios para à Presidência da República.

"O partido deve dirigir e controlar, e não interferir nas atividades de governo, em qualquer nível", disse Raúl Castro.

Presidente disse que quer separa o partido e o governo

O tema será discutido na Conferência Nacional do Partido Comunista, em meados do próximo ano, o último do qual participará o que ele chamou de "geração histórica".

DESCENTRALIZAÇÃO

Castro assegurou que promoverá uma descentralização do poder de Havana, "aumentando gradualmente a autoridade dos governos provinciais e municipais, dando-lhes maiores poderes para administrar seus orçamentos."

Hoje, a dependência dos governos municipais em relação a Havana é tal que os seus representantes não têm sequer autoridade para comprar ou receber um carro doado, ou para abrir uma conta bancária em Cuba.

Para o presidente cubano, estes governos devem assumir o controle real de suas regiões, cobrar impostos de empresas localizadas em sua jurisdição e até mesmo investir em projetos de desenvolvimento regional.

Para implementar algumas das novas políticas econômicas, Cuba teria de mudar a Constituição. Castro informou que as leis serão adaptadas para permitir as mudanças.

Sobre as relações com Washington, Raul Castro disse não ver sinais de distensão, porque nos EUA "não existe a menor vontade de corrigir a política contra Cuba, mesmo para eliminar os seus aspectos mais irracionais".

(BBC-Brasil)

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Cristo Redentor num abraço "Carinho de Verdade"contra a exploração sexual de crianças.



RIO - O Cristo Redentor "fechou" os braços, num abraço simbólico ao
Rio de Janeiro, na noite da última terça-feira.
O efeito - uma ilusão de ótica provocada por projeção de luzes e
imagens - faz parte da campanha "Carinho de Verdade", de combate à
violência e exploração sexual de crianças.
Para simular o abraço, o cineasta Fernando Salis usou oito
projetores,
que cobriram a estátua com imagens do Rio, como sobrevoos de
asa-delta, as florestas e até mesmo o trânsito. Ao som de Bachianas
Brasileiras n.º 7, de Villa Lobos, e com animação em 3D, a estátua
parece fechar os braços.
(fifica nunes, por e-mail)

Concurso da Petrobras: sai edital para 838 vagas. Inscrição em janeiro

A Petrobras lançou nesta sexta-feira o edital de seu concurso para 838 vagas de níveis médio/ técnico e superior, com salários que variam de R$ 2,3 mil a R$ 6,2 mil (veja o edital do concurso da Petrobras). As chances são para oportunidades em diversos estados, entre eles o Rio de Janeiro.

Há ofertas nos cargos de administrador, contador, engenheiro, geofísico, auditor, técnico de administração e controle, técnico de contabilidade, técnico de logística de transporte, técnico de manutenção, técnico de segurança e técnico químico de petróleo, entre outros.

Os interessados poderão fazer a inscrição, de 10 a 27 de janeiro, pelo site www.cesgranrio.org.br. As taxas de participação custam de R$ 30 a R$ 45. As primeiras provas estão marcadas para fevereiro.

Um alerta!

"Mais vale o silenciar profundo do que o cascatear de palavras insonoras!
(ricardo muylaert - cadinho)
Menos!!!!!!!!!!

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Conferência debate impactos e oportunidades do Açu

(foto emprestada do Blog do Roberto Moraes)
Será realizada nesta quinta, 16/12, às 17h30, no auditório IV do Centro de Convenções da UENF, a III Conferência Local de Controle Social. O tema será 'O Complexo do Açu, os impactos e as oportunidades'. A promoção é do Movimento Nossa Campos, Incubadora Tecnológica de Empreendimentos Populares (ITEP/UENF) e Observatório de Controle do Setor Público (OCSP), com apoio da UENF, IFF, Cepecam/Ucam, e coordenação de Hamilton Garcia (coordenador de Extensão do CCH/UENF) e Nilza Franco (coordenadora da ITEP-UENF).
(fonte: uenf/ascom)

sábado, 11 de dezembro de 2010

Cancún recupera processo multilateral para combater mudança climática Bolívia tentou evitar acordo

A 16ª Conferência das Partes das Nações Unidas sobre Mudança Climática (COP-16), realizada em Cancún (México), conseguiu neste sábado resgatar o processo multilateral de luta contra a mudança climática, com um acordo que põe novamente sob os auspícios da ONU os esforços dos países mais poluidores do mundo para reduzir suas emissões de gases do efeito estufa.
A secretária executiva da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNCCC), a costa-riquenha Christiana Figueres, afirmou que "se restabeleceu a confiança de que o processo multilateral em mudança climática pode gerar resultados". "Os países demonstraram que podem colaborar sob um mesmo teto, obter consensos sobre uma mesma causa e que alcançar um consenso de maneira transparente e integradora oferece oportunidades para todos", declarou Figueres.

O conjunto de decisões adotado após uma sessão de 24 horas de negociações leva em conta as promessas de redução de emissões formuladas pelos países na cúpula de Copenhague, do ano passado, que até agora estavam fora da UNCCC, e registra também a reserva da delegação da Bolívia em relação ao processo. Entre esses países se encontram os principais poluidores do mundo, Estados Unidos e China, além de economias emergentes como Brasil e Índia, que foram tradicionalmente reticentes a incluir seus programas de redução de emissões no marco multilateral.

Acordo de Cancún reforça Protocolo de Kioto

Ao mesmo tempo, os Estados-parte do Protocolo de Kioto aceitam prosseguir as negociações para um segundo período de compromissos antes que o tratado vinculativo expire no final de 2012. Nesse sentido, o chamado "Acordo de Cancún" cria pela primeira vez uma convergência entre as duas vias que guiaram as negociações internacionais em matéria de mudança climática.

Para o chefe da delegação americana, Todd Stern, o valor dos documentos aprovados em Cancún é que eles consolidam o tema no marco das Nações Unidas e ampliam o conteúdo do acordo da cúpula em Copenhague. "O que eram pouco mais que ideias no ano passado, agora foram aprovadas e estão muito mais elaboradas", explicou o negociador americano, para quem foi possível avançar em Cancún porque não houve uma fixação em conseguir um acordo vinculante.

Há um ano, o processo na ONU havia provocado inúmeras divergências na capital dinamarquesa, quando um reduzido grupo de países elaborou por conta própria um texto que posteriormente não foi referendado por todas as partes. A grande dificuldade em Cancún era justamente inserir os compromissos de Copenhague nos trabalhos da UNCCC. "Vocês restauraram a confiança da comunidade mundial no multilateralismo", afirmou o ministro do Meio Ambiente da Índia, Jairam Ramesh, em discurso no plenário da conferência.

Bolívia tentou evitar acordo

A única exceção ao otimismo generalizado do encerramento da cúpula foi a Bolívia, que até o último minuto tentou evitar a adoção do acordo, apelando à falta de unanimidade. A delegação boliviana assinalou que o preço do consenso em Cancún foi "abrir a porta" para a substituição do Protocolo de Kioto (1997) por outro instrumento com menores obrigações para os países desenvolvidos.

Vários países lamentaram a reserva boliviana, mas deixaram claro que tais objeções não podiam deter um acordo entre 193 países alcançado após duas semanas de intensas negociações. O chanceler equatoriano, Ricardo Patiño, compartilhou algumas das objeções da Bolívia e considerou que as metas de redução de gases poluentes dos países ricos são "amplamente insuficientes". Em sua opinião, Cancún é só "a base" para alcançar objetivos mais ambiciosos e concordar um segundo período de compromissos do Protocolo de Kioto na cúpula de Durban (África do Sul) em 2011.

Além do capítulo de redução de emissões, o acordo registra avanços em matéria de adaptação às consequências negativas do aquecimento global. Ao mesmo tempo, inclui a decisão tomada há um ano de tentar manter a elevação das temperaturas em, no máximo, 2 graus Celsius em relação aos níveis pré-industriais, mas reconhece "a necessidade de considerar" a longo prazo a possibilidade de reduzi-la para 1,5 grau.

A respeito da fiscalização, o documento final destaca que as ações de redução de emissões com apoio internacional serão submetidas a medição, reporte e verificação (MRV) doméstica e internacional. O documento também cria o Fundo Verde, destinado a administrar os US$ 100 bilhões anuais em concessão de ajudas aos países em desenvolvimento que as economias industrializadas se comprometeram a apresentar a partir de 2020.

As organizações ambientalistas receberam em geral com satisfação o resultado da cúpula, à qual se chegou com poucas expectativas, ao contrário do que ocorreu em Copenhague. "Alguns achavam que este processo estava morto, mas os países demonstraram que já podem colaborar para avançar rumo a um acordo global", apontou o diretor de política do Greenpeace, Wendell Trio. Uma das poucas notas negativas da cúpula foi que ela terminou sem cobertura fotográfica, em função do protesto dos fotógrafos contra a detenção de um deles por agentes da segurança das Nações Unidas.
(fonte:http://ultimosegundo.ig.com.br)

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Prefeita de Camamu, na bahia, é reconduzida ao cargo por liminar

clique na imagem para ler matéria

Marina em Cancun, por Aspásia Camargo.

Um dos melhores quadros do Partido Verde no Brasil e nossa Deputada Estadual eleita pelo PV-RJ, ASPÁSIA CAMARGO, está em Cancun - México, representando a Câmara do Rio e integrando a delegação brasileira na Conferência do Clima - COP 16. Diretamente do México, Aspásia nos fez um breve relato do evento e da marcante presença da Senadora Marina Silva (nossa presidente do coração) na Conferência. Confira abaixo: Querido Fernando, Meus parabéns e envie minhas felicitações ao Baianinho (eleito Pres. Câmara de BM), diretamente de Cancun onde estou neste momento. Marina aqui está dando show, saiba que ela está de uma lucidez política espantosa. Chegou aqui causando excelente impressão porque disse que não acreditava que "Em Cancun não vai acontecer nada". Se as emissões continuam altas , diz ela, como é possível que uma reunião como essa termine de cabeça baixa?". Acha, e com razão, que o Brasil nunca teve tanta chance de assumir sua merecida liderança. " O Lula tinha que estar aqui." E acrescentou: " eu não sou daqueles que quanto pior melhor. Quanto melhor, melhor mesmo! " O Brasil precisa assumir sua liderança e o seu papel. Se Lula viesse, teria moral para cobrar de todos os chefes de Estado por sua omissão, apresentando os números corretos da meta brasileira, que agora já estão calculados. A primeira proposta foi redução de 36,2 a 39% a partir de um crescimento que não sabíamos qual era. Agora a proposta concreta, definida em metas, é reduzir em 1,8 gigas. Essa meta que não está ainda regulamentada, já está calculada, é a informação que recebemos aqui. A Ministra Isabella Teixeira (Meio ambiente) confirmou este furo imperdível. Ela me informou agora há pouco, no Plenário da Abertura da 2a parte da COP 16, aqui em Cancun(Fernando Guida por e-mail)

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

TODOS QUEREM...VAMOS PINTAR ESSE CAMINHO!!!

Campos: Nosso destino é nossa escolha!


Mais temporais neste verão

Sujeito a chuvas e trovoadas (por elton alisson 9/12/2010 / fúlvia d'alessandri por e-mail)

Agência FAPESP – A região Sudeste do Brasil deverá registrar no verão de 2011 um número de tempestades severas – formadas por altas descargas atmosféricas (raios), ventos fortes e chuvas intensas – maior do que a média dos últimos três anos, alerta o coordenador do Grupo de Eletricidade Atmosférica (Elat) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Osmar Pinto Júnior.
A previsão é baseada em um algoritmo utilizado pelos pesquisadores do Inpe que, na última década, teve uma média de acerto de 80%, prevendo corretamente as condições climáticas em oito dos dez anos analisados. Mas, a exemplo de outras metodologias empregadas para fazer previsões de curto prazo de tempestades severas, o sistema ainda apresenta uma margem de erro relativamente alta, ressalva o pesquisador.
“As abordagens utilizadas até hoje para fazer previsões de tempestades severas, como dados de satélite, de rede e modelos meteorológicos, falharam. Como no Sudeste e, talvez, também em outras regiões do país esses eventos severos estão ficando cada vez mais frequentes, é preciso testar outras abordagens para prevê-los”, disse Pinto Júnior à Agência FAPESP.
Por isso, no Inpe já estão sendo testadas outras ferramentas, como modelos meteorológicos de alta resolução espacial, em escalas de 1 a 2 quilômetros, para tentar medir a concentração de gelo em nuvens, que é o fator determinante para a formação de raios. Outro exemplo são sensores de descargas intranuvem, que passam de uma nuvem a outra.
Reconhecido como um dos melhores indicadores para prever a severidade de uma tempestade, os dados sobre esse tipo de raio só eram captados no Brasil na região do Vale do Paraíba, no leste do Estado de São Paulo.
Mas um projeto de pesquisa realizado pelo Elat, em parceria com a empresa distribuidora de energia elétrica EDP Bandeirante, possibilitará que essas informações sejam captadas ainda no Espírito Santo, onde a empresa também atua.
Previsto para ser realizado ao longo de três anos, ao custo de R$ 2 milhões, o projeto, denominado ClimaGrid, visa a desenvolver um sistema computacional que integre diversas informações meteorológicas para monitorar tempestades severas.
Segundo Pinto Júnior, o fenômeno climático é responsável por um número significativo de falhas no sistema elétrico brasileiro e causa um prejuízo anual de mais de R$ 600 milhões às operadoras de energia no país com reparos nas redes de transmissão.
“As redes de transmissão no Brasil estão expostas diretamente aos fenômenos climáticos porque 99% são aéreas. Se conseguirmos prever eventos extremos, como tempestades severas, será possível às operadoras de energia fazer um planejamento preventivo da manutenção de suas redes”, disse o pesquisador no lançamento do projeto, que ocorreu em 3 de dezembro, em São Paulo.
Ao monitorar diariamente a probabilidade de descargas nuvem-solo (que descem ao solo) no território abrangido por suas redes de transmissão, as distribuidoras de energia poderiam planejar e tomar decisões melhores sobre o posicionamento de suas equipes, de forma que pudessem reparar rapidamente eventuais falhas no sistema.
Resultados de Temático
A primeira fase do projeto foi iniciada em novembro com a instalação de uma versão inicial do sistema computacional no centro de operações da empresa, situado em Mogi das Cruzes, na região metropolitana de São Paulo. Na segunda, que está prevista para ser iniciada em 2011, os pesquisadores pretendem analisar os impactos das mudanças climáticas sobre todo o setor elétrico brasileiro.
“Os resultados do projeto também podem ter repercussões em outros setores que sofrem com impactos de fenômenos climáticos severos, como o de aviação e a defesa civil”, disse Pinto Júnior.
O cientista coordena o Projeto Temático “Impacto das mudanças climáticas sobre a incidência de descargas atmosféricas no Brasil”, apoiado pela FAPESP.
“Esse Temático, com previsão de término para o fim de 2013, resultará em muitos resultados aplicados. Um deles é o Clima Grid”, disse.


terça-feira, 7 de dezembro de 2010

TRE-RJ confirma eleições em Campos e Mangaratiba, também em 6 de fevereiro

(Clique para ampliar-Do site do TRE) http://www.tre-rj.gov.br/

Por unanimidade, o TRE-RJ aprovou nesta terça-feira (6) as Resoluções que disciplinam as eleições suplementares para a Prefeitura dos municípios de Campos dos Goytacazes e Mangaratiba. A votação em Mangaratiba e no primeiro turno em Campos vai ser no dia 6 de fevereiro, que coincide com a data prevista no calendário eleitoral aprovado para o município de Valença, na sessão de quinta-feira (2).

Nos três municípios, eleitores que se inscreveram ou fizeram a transferência do título até o dia oito de setembro de 2010 poderão participar do pleito. A 2ª via do título poderá ser retirada na zona eleitoral até cinco de fevereiro, véspera da eleição. De 15 a 19 de dezembro ocorrem as convenções para definir a escolha de candidatos a prefeito e vice-prefeito e as eventuais coligações. O requerimento de registro de candidatura deve ser apresentado à Zona Eleitoral responsável até as 19h do dia 20 de dezembro.

A lista com a relação dos pedidos de registro apresentados pelos partidos e coligações deve ser publicada até o dia 22 de dezembro. Todos os pedidos de registro, mesmo os impugnados, devem ser julgados e publicados até 17 de janeiro. A partir de 21 de dezembro, a propaganda eleitoral é permitida, inclusive na internet. A propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão, se for o caso, terá início em 6 de janeiro e encerramento em 3 de fevereiro. Essa é também a data limite para que todos os recursos sobre pedidos de registro sejam julgados pelo TRE-RJ e as decisões publicadas.

Ainda em 3 de fevereiro, termina o prazo para a propaganda política mediante comícios ou reuniões públicas e para a realização de debates. Às 22h do dia 5 de fevereiro, véspera do pleito, encerra-se o prazo para distribuição de material gráfico e a promoção de caminhada, carreata, passeata ou carro de som que transite pela cidade, divulgando jingles ou mensagens de candidatos.

TRE confirma nova eleição em Campos e Mangaratiba em fevereiro

Por unanimidade, o Tribunal Regional Eleitoral aprovou as novas eleições em Campos dos Goytacazes e Mangaratiba para o dia 6 de fevereiro. Na mesma data, o pleito acontece também em Valença.

Nos três municípios, eleitores que se inscreveram ou fizeram a transferência do título até o dia oito de setembro de 2010 poderão participar. A 2ª via do título poderá ser retirada na zona eleitoral até cinco de fevereiro, véspera da eleição. De 15 a 19 de dezembro ocorrem as convenções para definir a escolha de candidatos a prefeito e vice-prefeito e as eventuais coligações. O requerimento de registro de candidatura deve ser apresentado à Zona Eleitoral responsável até as 19h do dia 20 de dezembro.

(Jornal Extra)

Dinheiro, poder e Democracia 2! Douglas complementa.

(ilustração por conta do carraspana)
Volto a incomodar vocês. Apenas para completar o raciocínio que expus abaixo, sem esgotar as possibilidades, que sambemos todos, são múltiplas. Mas com as duas perguntas que derivaram da pergunta original do professor Roberto Moraes em seu blog ( Para onde foram os bilhões dos royalties?), ficou a sensação: O "beco sem saída" é mesmo sem saída?
Pode ser, mas talvez mais importante que achar uma saída, é procurá-la, como bem ensina aquele ditado que diz que mais importante que o destino é o caminhar.

Como então romper o imobilismo de nosso sistema político, que aprisionado em seu problema fundamental, o financiamento das campanhas eleitorais (cada vez mais caras), que permite ao poder econômico corromper (lato sensu) as escolhas políticas da população, e por conseqüência, mantêm reféns os mandatários eleitos?

Porque a coisa funciona mais ou menos assim: Se você vai se candidatar a prefeito ou a vereador em uma cidade como Campos dos Goytacazes, antes da viabilidade política e de certo capital político (popularidade ou uma biografia), o que se impõe é saber quem "bancará" seu projeto. Logo, acertada essa fase inicial, e celebrados os compromissos, passam os "tesoureiros" de campanha a inaugurar uma série de "contociornismos contábeis" para esconder e diluir a origem do dinheiro (a maior parte dele). Uma vez eleito(a), o mandatário e os parlamentares de sua base passam a implementar uma agenda política que dê prioridade a execução das obras e serviços que promovam o retorno dos recursos investidos pelos apoiadores, e na maioria das vezes, como assistimos, sem qualquer obediência a uma "hierarquia de prioridades" do interesse coletivo.
Daí, em escala geral temos a agenda do prefeito(a), que define em linhas gerais os "grandes contratos", e nos parlamentos, o loteamento da administração em pequenos feudos ou zonas de influência dentro da máquina, como forma de garantir apoio, e certa estabilidade institucional. Na maioria das vezes, esses feudos competem entre si, e temos como efeito a descoordenação de desperdício dos recursos estatais, que se sobrepõem e colidem entre si.

Exemplos não faltam: Shows superfaturados, obras desnecessárias ou secundárias, projetos sem qualquer controle, terceirizações, decretos de emergências para compras em regime precário, etc, etc, etc.

Outros projetos e, ou programas relevantes também sucumbem a lógica do empresariado, como é o caso do transporte público local: A despeito de ser uma boa idéia (democratizar o acesso, e desonerar o preço), a execução não resguarda nenhum respeito a Lei ou ao bom senso: Ônibus despedaçados (viaje pela Tamandaré) e com impedimentos de circular por questões fiscais (PMCG usa dinheiro público para que essas empresas soneguem impostos, IPVA, ao Estado), linhas sem concessão formal, sistema inexistente (não há integração das linhas), etc, etc, etc.

Aqui um parentêse: Essa não é uma realidade apenas local, e toda cidade, maior ou menor, experimenta, com raríssimas exceções a reprodução dessa "engenharia política". Tudo sob a égide de uma aberração legal: Candidatos e partidos não são obrigados a declarar, DURANTE A CAMPANHA, quem são seus doadores. Aqui uma analogia ruim: É como se um candidato a diretor de escola (nas cidades onde se elegem diretores, por óbvio) fosse financiado pelo traficante do bairro, e os eleitores (pais, professores e alunos) apenas descobrissem esse patrocínio depois de finalizado o pleito.

Este é parte do nosso esquizofrênico sistema eleitoral.


Logo, o eleitor nunca sabe quais são os verdadeiros interesses que movem esta ou aquela candidatura.

Mas a ciência pelos eleitores dos financiadores de campanha por si só garantiria uma melhoria em nosso sistema representativo?
De início, talvez, mas a experiência estadunidense, por exemplo, nos mostra que esse sistema levado às suas últimas conseqüências, com lobby legal e possibilidade quase ilimitada de doações por empresas e pessoas, engessa a representatividade, ainda que todos saibam quem é quem, vide o caso da crise subprime, e da dificuldade de aprovar mediadas que contenham o apetite dos bancos, que causaram o rombo, ganharam mais dinheiro, e o utilizam esse dinheiro para forçar parlamentares a recusar controle sobre eles.

Assim, voltamos ao início: Se políticos precisam de dinheiro, e o dinheiro se move e engorda com as decisões tomadas pelos políticos, uma vez no poder, como romper esse círculo vicioso, sem podar a política, como é o caso brasileiro e a sua perigosa judicialização dos tribunais (e partidarização também), e sem incorrer no erro dos "irmãos do Norte", que não conseguem mais fazer valer a vontade popular frente ao poder da "banca", em nome da "liberdade" privada?

Eu tenho uma leve intuição que apenas elaborar plataformas políticas calcadas em "interesse coletivo" (seja lá o que isso queira dizer), ou nas palavras de um ex-amigo, uma "plataforma republicana" é pouco, e resvala na ingenuidade ou em outros casos, no cinismo. Tampouco funcionam as experiências de "controle social", e aqui outra analogia ruim: Não é possível estancar hemorragia com band-aid!

A chave talvez esteja na mudança no sistema de contratações públicas.

Já está provado pela "engenhosidade" dos nossos gestores privados que o "assalto" aos cofres públicos tem uma cartilha de "modus operandi" que oferece alternativas para todos os gostos, tamanhos e consultores jurídicos, a fim de que os "fin$" $empre justifiquem os "meio$".

Pregão eletrônico? Não resiste a um acerto entre grupos de licitantes e as chamadas "cláusulas técnicas", que trazem "especificações do contrato", ou por fim as "especialidades exclusivas", que funcionam como "diques de contenção para competição", ou na outra ponta, ao assédio jurídico dos "recursos" administratitvos e judiciais, sempre uma ferramenta possível pela "lubrificação" das procuradorias e tribunais.

Temos as compras terceirizadas, feitas através de fundações ou OSCIPs, que por sua natureza jurídica livram-se de uma série de restrições legais da Lei 8666, e lança no esgoto as tentativas de controle.

As fraudes à licitações com a lavagem de dinheiro são importantes componentes da "nossa Teoria Geral do Estado". Não há como ignorá-las.

Repetimos a pergunta: Como romper esse círculo?

Creio que o Estado deve se impor a "iniciativa" desses contratantes, lançando ao acaso a escolha. Explico:

Qualquer chefe de família (homem ou mulher) conhece o preço médio das mercadorias e serviço que adquire. Experimente tentar vender um quilo de carne por 60 reais, ou um litro de álcool por 4 reais. Há variações de mercado que obedecem a lógica de oferta e demanda? Claro, mas ainda assim temos um preço médio que orienta compradores e fornecedores.

Na vida pública não é diferente. Temos preços médios que oscilam entre o máximo e o mínimo de possibilidade em um contrato de bem ou serviço, que sofrem alterações por vários motivos, todos disponiveis para a informação de gestores, e para a alteração desses parâmtetros perenemente, e de acordo com moralidade e conveniênia administrativa. Estabelecer esses parâmetros com o advento da internet se transformou em tarefa bem mais fácil, e poderíamos ter uma banco nacional de dados, onde todas as prefeituras e entes públicos relacionassem seus contratos e os preços, para formar essa "cesta de preços". Quem não aderisse não receberia os repasses dos Estados e da União.

Então por que não fixar os preços nesses parâmetros? Alguém dirá: Já começou a ser feito assim! Mas resta o principal problema, como definir quem fará o serviço ou fornecerá o item pretendido pelo Erário?

Sorteio.

Sim, cada fornecedor seria contemplado com uma série de números, correspondentes ao itens exigíveis: preço, pontualidade, garantias, etc, e diante do cumprimento dessas exigências e garantias legais, participaria de um sorteio vinculado as loterias federais, e saberíamos quem seria o prestador/contratante.

Quem fosse sorteado não poderia se candidatar a novo contrato até que estivesse terminado o atual.

Cada vez que completasse o serviço no prazo, e se aproximasse mais do preço mínimo, ganharia mais um número, e poderia concorrer com mais chance no próximo.

No caso contrário, perderia os números que ganhou, e diminuiria suas chances no próximo.

E os casos onde o contratante não cumprisse sua parte a contento? Seria impedido de participar dos contratos por um prazo, e o prejuízo seria debitado de um fundo especial de garantia, patrocinado por 2 ou 3 % (ou qualquer outra taxa viável) dos valores dos contratos, depositado por todos os concorrentes a cada certame. Esse fundo também serviria para reparos nas obras ou reposição dos bens avariados antes do término do prazo das garantias legais.

Não seria a solução para todos os males, eu tenho certeza, mas com certeza "quebra" boa parte da "previsibilidade" dos certames licitatórios que tornou a lei 8666 letra morta.

Agora eu fui de verdade! Até semana que vem!

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Herbário da UENF promove curso

Graduandos e profissionais da área de Ciências Biológicas, Agronomia e Engenharia Florestal podem se inscrever até esta quinta-feira, 09/12, no V Curso de Coleta, Herborização e Identificação de Plantas do Norte Fluminense. Promovido pelo Herbário UENF, o curso terá carga horária de 30 horas e será realizado no período de 10 a 17/12, na Sala de Conferências do prédio P4.

O curso será ministrado pelos professores Marcelo Trindade Nascimento (do Laboratório de Ciências Ambientais-LCA/UENF e curador do Herbário), Karla Maria Pedra de Abreu Archanjo (doutoranda em Ecologia e Recursos Naturais da UENF) e Tatiane Pereira de Souza (Bióloga, bolsista Universidade Aberta do Herbário UENF). Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 2739-7271 ou pelo e-mail herbário@uenf.br.
Veja a programação aqui.

"Dinheiro, poder e Democracia!" - uma análise impecável do Douglas da Mata acerca de Campos dos Goytacazes.

(postado em http://planicielamacenta.blogspot.com/ segunda-feira, 6 de dezembro de 2010) -Douglas da Mata-
Uma tendinite severa no ombro esquerdo transformou o ato de digitar em um risco. Como meu ganha-pão é exercido, em grande parte, em atividade relacionada a digitação de dados, houve uma escolha crucial: Manter minha atividade de opinião pessoal ou exercer a função do cargo pelo qual sou pago pelo público, que corre sério risco de interrupção por licença médica?

Como acredito no serviço público, optei por me afastar do blog, e apenas "zapear" por outros espaços, para manter certo nível de informação. Mas há momentos que não resisto. Um deles foi enviar um e-mail ao Professor Roberto Moraes com um texto sobre o caos urbano carioca, que ele gentilmente publicou no seu blog, e que também foi repercutido pela minha cara Jane Nunes.

Após várias visitas ao ortopedista, várias sessões de fisioterapia, exames, as dores continuam. E a vontade de participar do debate também.

Vejam que agora, eu fiquei me "coçando" para responder a pergunta de Roberto, retórica é verdade, mas que traz a possíbilidade de profícuo debate, embora não seja esse inédito: Onde foi parar o dinheiro dos royalties, ou melhor, os bilhões dos royalties?

Não me arrisco a responder, para não incorrer em leviandade, mas eu posso dizer ao Professor onde eles não foram investidos, e isso não apenas eu sou capaz de fazê-lo, mas qualquer um com um pouco de apego a razão. Mas se respondemos a pergunta, resta outra: Por que não foram investidos onde deveriam?

Vamos a uma por vez.

A própria declaração do prefeito dessa cidade, junto com outros mandatários de outros municípios "produtores", mais do que apelo de mídia, esclarece o que não foi feito: Ora, se após 10 anos de irrigação generosa dos cofres públicos, a economia local não é capaz de se sustentar e prover o setor público de uma arrecadação tributária que permita romper com a dependência extrativista, está claro que quase nada foi feito.

Todos sabemos os efeitos da "prefeiturização" da vida da cidade, que aos poucos, estendeu seus tentáculos por todos os setores da vida campista, desde o empresarial, passando pelos meios de comunicação, e açambarcando o sistema político-partidário. Todos esses setores são sócios-cúmplices dessa dependência. Uns mais, por terem hegemonizado a administração pública local, outros menos, por terem permanecido na periferia, contentando-se com "migalhas desse sinistro banquete", mas por outro lado, enormemente culpados por sua omissão em arregaçar as mangas e propor uma alternativa real de poder e de gestão (êita, chavão gasto!).

Em escala menor e diferente, acontece por aqui o que os estadunidenses experimentam com suas instituições representativas diante da gigantesca crise pela qual atravessam e arrastam o mundo. Incapazes de frear ou fiscalizar o aporte de dinheiro para contribuições junto aos poderes legisladores e decisores, destinam mais e mais dinheiro ao setor causador da crise (financeiro), que utiliza esse dinheiro para, justamente, fortalecer os lobbies junto ao parlamentares que deveriam aprovar medidas que regulassem o setor.

Lá como cá, enquanto havia uma sensação de conforto, proporcionada por uma "riqueza artificial", não havia dissenso. Hoje, lá, a sociedade parece fraturada irreversivelmente.

Aqui, também!

Temos em Campos dos Goytazacazes um tipo de "beco sem saída" parecido.

Por que a maioria da população insiste em votar em um modelo que só aprofunda a sua dependência dos "favores" do poder público, que NUNCA são transformados em DIREITOS?

Durante anos, uma escolha política racional e clara foi implementada nessa cidade, que visava desconstruir e enfraquecer os laços institucionais da sociedade e suas camadas de representação, isolando o cidadão, do mais carente ao morador da Pelinca, em uma "cabine" daquelas de programas de televisão, onde sem ver e ouvir quais são as opções, trocam pentes quebrados por carros importados, e depois, esses itens por tubos vazios de pasta de dente.

Assim, o desmonte da chamada sociedade civil não era apenas a exigência de um "populismo ascendente" e que detestava oposição ou fiscalização, mas antes de tudo, era a engenharia de um sistema político que prescindia da sociedade, e privilegiava o loteamento do Erário em um balcão de negócios direto.

De um lado, cinqüenta ou cem reais por voto, e de outro, milionários "incentivos fiscais", ou generosas compras e contratos públicos, que não distingüe o método, mas só o preço de quem recebe.

Capturada a sociedade (QUASE TODA), bastava saber quem teria o cofre nas mãos. Esse "sistema" cobra um preço alto, embora seja capaz de revelar aos incautos (e aos cínicos beneficiários) que as coisas funcionam.
Obras? Sim, há obras, embora não se saiba em que ordem de prioridade ou utilidade são executadas! Serviço público e servidores? Sim, os há em profusão, sem sabermos ao certo quantos são e quantos são necessários ou não!

Mas não há forma de controle possível para acabar com esses "erros"?
Claro que há, mas o controle não é "social", como querem alguns, apenas para correr atrás do dinheiro depois que ele fois desviado.

Não há "observatórios" possíveis, que se contentem em "observar" as escolhas erradas, que sempre darão em desvios!

São apenas escolhas políticas que definem o uso correto, ou ao menos, um uso com viés coletivo e menos privatista do Erário.
Uma questão de "usos e costumes".
Menos "observação" de "costumes" e mais "AÇÃO" política para definir "uso" do dinheiro público!

O controle é POLÍTICO, no seu sentido mais amplo.
É preciso definir antes de cada gasto público o alcance, o quanto de público ele atenderá, e quais são as conseqüências de curto, médio e longo prazo, para evitar que aquela decisão aparentemente acertada hoje, não se transforme em transtorno e mais gasto público para as gerações vindouras.

Porque se a sociedade decide que é mais importante um Sambódromo a ter uma rede de atendimento digna e eficiente de atendimento de saúde pública, essa escolha já está "corrompida" em sua essência, e pouco importa depois se haverá fraude ou não na licitação!

Parece simples, mas essa decisão é sempre mediada por uma série de interesses, que nem sempre representam a coletividade, embora os mandatos eleitorais sugiram que sim.

É preciso recobrar a capacidade de enxergar mandatos e o Estado, enfim, como meios para o bem estar da maioria, e não como fim em si mesmo, destinados a realimentar esferas de poder que acabam por se descolar da realidade.

O "limbo eleitoral" que experimentamos desde 2004, e que resultou no afastamento último da prefeita e a assunção de seu cunhado é um reflexo exato, nu e cru de que nosso sistema político se esgotou.

Não se trata de desligitimar nossas eleições e desconsiderar a "vontade popular", mas entender que nosso processo de escolha não é mais capaz de estabilizar o conflito natural das forças políticas antagônicas.

Através dessas escolhas, nossos governantes falharam, clamorosamente, na redenção da região rumo a um desenvolvimento sustentável, e falhamos nós por tê-los escolhido, em uma estranha relação de causa e efeito, onde já não sabemos bem qual é a parcela de culpa de cada um.

Não tenho medo de parecer catastrofista: Mantidas as coisas como estão, com ou sem dinheiro, estamos condenados a ser uma cidade medíocre, agora e sempre, bem aquém daquilo que achamos merecer, porque talvez mereçamos o que escolhemos.

Até outra aparição bissexta.