sábado, 26 de novembro de 2011

Trianon não libera meio ingresso e já temos até cambistas


Na quarta-feira, uma das minhas tarefas era levar as duas filhas para assistirem a uma peça no Trianon. O que fiz. Como iria pegá-las para uma boa pizza na saída do programa, apenas lhes deixei o valor suficiente para dois meios ingressos. Surpresa: já em casa e debaixo do chuveiro, tenho de interromper tudo para voltar ao teatro e levar a complementação para dois ingressos inteiros.
Confesso que fui naturalmente até o meio do caminho, já que dirigia rapidamente e a concentração no trânsito era primordial. Ao chegar ao guichê para comprar os ingressos, deparei-me com uma senhora que estava sendo informada da inexistência de meio ingresso. Aí caiu a minha ficha. Ora bolas, tem que ter sim!
Chegou a minha vez e, ignorando qualquer outra situação, pedi duas meias. A funcionária do teatro - segundo ela própria - me informou que não havia mais porque a dona da produtora havia levado todas para vender.
Argumentei que não tinha nada com isso. Nem eu nem a idosa. Deixando claro que sabia da sua função de apenas cumprir orientações. Porém, orientações ilegais, que ela mesma concordou. Não importa a situação.
Bilheteria aberta, teatro não lotado, tem sim de se ter meia. Cabe ao teatro resolver com a produtora, ou sei lá quem, seus assuntos e tratativas. O teatro é público, e não por isso, tem de cumprir a lei.
Não quero aqui apelar  para constrangimentos etc, etc... Mas poderia ter havido sim. A senhora resolveu seu problema quando resolvi completar o ingresso para ela.
O pior de tudo: preferi comprar os ingressos, imaginem, de um cambista que os oferecia com o mesmo valor nos jardins externos. Como ele conseguiu estes ingressos? Também inteiros...
Detalhe: Ao chegar no estacionamento fui logo repreendido porque inadvertidamente coloquei a charanga
em local proibido. Falei com a  guarda-municipal que seria uma demora de segundos e corri ao  guichê. Só na volta pude perceber que a vaga era reservada à prefeita. Pode?!?!
Já imaginou se em cada órgão municipal for reservada uma vaga para "Prefeito"?

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Dois buracos que infernizam.

imagem ilustrativa. quem dera se fossem assim.

Certamente há mais de dois anos um buraco à esquerda de quem passa pela ponte sobre o Canal  Coqueiros, sentido centro-Uenf, na Alberto Lamego e uma outra cratera na 28 de Março, esquina com o Posto São Caetano, próximo ao campos do Americano causam transtorno e quebras permanentes.
Com este período chuvoso, torna-se urgentíssima a criação de uma patrulha do asfalto...

NOTA OFICIAL DO PARTIDO VERDE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO



O PV-RJ parabeniza os Deputados Federal Dr. Aluizio e Estadual Aspásia Camargo pela bela iniciativa de iniciarem a coleta de assinaturas para abertura de uma CPI na Câmara dos Deputados e outra na Assembléia Legislativa, para apurar tudo a respeito do gravíssimo vazamento de petróleo da Chevron na Bacia de Campos.


O vazamento em si, assim como os muitos que têm acontecido pelo Mundo, já é motivo de forte preocupação, mas uma CPI certamente ajudará muito a chamar atenção para temas como distribuição dos royalties, liberalização de licenças ambientais e despreparo de algumas empresas petrolíferas para atuarem na exploração de petróleo no Brasil, entre outros.


O Partido Verde, mais uma vez, cumpre sua obrigação na luta pela preservação dos ambientes e pela transparência na Política.


Fernando Guida
Presidente do PV-RJ


Fernando Guida - www.guidapv.wordpress.com

Ministério Público pode contestar na Justiça novo texto do Código Florestal

O Ministério Público Federal acredita que o relatório do Código Florestallido na última segunda-feira no Senado ainda precisa de ajustes.
Código Florestal
Ainda com abertura para emendas e reparos o novoCódigo Florestal é discutido pelos deputados
De acordo com o subprocurador-geral Mário Gisi, caso os temas mais sensíveis não sejam atendidos, existe o risco de o Ministério Público entrar com ações para cobrar a preservação do meio ambiente por via judicial.
– O projeto da Câmara dos Deputados saiu com inúmeras imperfeições e no Senado já teve uma melhora, mas, todavia, vemos como insuficiente para atender àquele delineamento que a Constituição estabelece em relação ao meio ambiente, disse Gisi, ao comentar o parecer apresentado pelo senador Jorge Viana (PT-AC) na Comissão de Meio Ambiente do Senado.
Ontem o procurador presidiu uma audiência pública para tratar do assunto na Procuradoria-Geral da República (PGR). A ideia é enviar sugestões ainda nesta terça-feira para emendas ao projeto. De acordo com Mário Gisi, a abertura para debate no Senado tem sido melhor que na Câmara.
Uma questão que merece reparos, segundo ele, é a tolerância para o desmatamento em reservas legais, como a anistia de multas para quem atuou irregularmente.
Outro ponto criticado foi a liberação das atividades agrossilvipastoris, de ecoturismo e turismo rural em áreas rurais consolidadas até 2008 dentro de áreas de preservação permanente (APPs).
Em uma série de observações contrárias ao texto, o procurador Rodrigo Lines, do Rio de Janeiro, refutou o tratamento privilegiado que o documento dá a proprietários de terrenos com até quatro módulos rurais na recuperação de desmatamentos ilegais.
Ele acredita que a dispensa de recomposição tem base em critério “que não tem nenhum sentido”. “Nem todos aqueles que têm propriedades até quatro módulos terão característica de agricultura familiar para justificar a isenção.”
Lines criticou ainda a manutenção da regra que permite consolidação de ocupação em áreas de preservação dentro do limite urbano. Também se mostrou contrário à ideia de que os conselhos estaduais de meio ambiente deem definição para atividades de baixo impacto, o que justifica a intervenção em áreas de proteção, pois cada conselho pode ter uma interpretação.
Os membros da CMA terão até as 18h para apresentar novas emendas ao texto. A previsão é que a matéria seja votada pela comissão na próxima quarta-feira.
(Correio do Brasil)

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

2 em 1, por Dr. Orlando Sá

O DE$CALABRO CONTINUA


A Secretaria de Saúde do Município, gestora do SUS, está deixando à míngua todos os cidadãos que precisam de medicamentos e materiais para controle de glicemia de diabéticos, de sofredores de hipertensão e de pacientes usuários de remédios controlados, enfim, ninguém está obtendo a medicação continuada que necessita para tratamento de seus males.

Em contrapartida, o governo municipal mais uma vez engana as pessoas de boa-fé com propaganda enganosa, divulgando ao seu alvedrio a concessão de milhares e milhares de consultas e exames médicos, dissimulando com isso a triste, vergonhosa e inexplicável falta de medicamentos ultra necessários aos campistas que carecem do benefício da gratuidade de medicamentos continuados.

Para se ter uma idéia da irresponsabilidade, da insensibilidade, da total ausência do espírito humanitário, da incúria e da desídia do governo municipal desta cidade, até insulina não existe na farmácia da Secretaria de Saúde, hormônio esse indispensável à vida do diabético dependente. Sem exagero, é caso de polícia!

Cuidado, senhora Prefeita, pois, paciência tem limite. O povo se deixa enganar até certo ponto. Em lugar nenhum do mundo o povo se deixou levar pela demagogia e pela enganação dos governos ad eternum.

Com um pouco de humildade, a senhora Prefeita e seu Ilustre marido, poderiam aprender a seguinte lição do Presidente americano Abraham Lincoln.

“Pode-se enganar a todos por algum tempo; pode-se enganar alguns por todo o tempo; mas não se pode enganar a todos por todo tempo”.

Não se esqueça também que uma das formas de agradecer a Deus por lhe ter dado condições financeiras para se tratar, é não deixar faltar para as pessoas carentes os medicamentos de que elas tanto necessitam.

Dinheiro para aquisição de medicamentos não faltam. Os medicamentos em si também não estão em falta no mercado.

Então, o que e$tá havendo?

Alô, alô..., Ministério Público! O povo aguarda suas medidas.

Dr. Orlando Sá



QUE DESLEIXO!

Nós campistas, sobremaneira os clientes e usuários dos serviços prestados pela Caixa Econômica Federal, agências locais, não merecem o péssimo tratamento dado por esta Instituição, no que diz respeito às condições de instalações e ambientais para seus freqüentadores e, outrossim, para seus funcionários.

Quem quiser fazer uma sauna gratuita, é só ir a uma das agências da Caixa econômica Federal, principalmente a que está sediada no calçadão, no centro da cidade.

Tive a curiosidade de medir, por exemplo, a temperatura no setor de Célula de Apoio ao Atendimento, instalado no 4º. andar. Fiquei condoído com o desconforto imposto aos funcionários daquele setor, que, por sua vez, encontravam-se trabalhando a uma temperatura de 32º., sob ventiladores soprando um ar quente sobre eles e para quem ali adentrasse.

Total desconsideração com o público e funcionários.

Alô, alô... meu amigo e grande guerreiro Rafaneli, descasca mais esse abacaxi.

Alô, alô... senhor Jorge Fontes Hereda, ilustre Presidente da CEF, dê um jeito nessa inadmissível situação, caso contrário, a Instituição poderá ser açoitada por uma campanha na rede direcionada para o fechamento de contas e saída de clientes da Caixa.

Enfim, dê um mínimo de condições de conforto para os funcionários e para o público usuário da CEF, nao se esquecendo da questão da acessibilidade que está deixando também a desejar.

Afinal, essa Instituição é do povo brasileiro.

Dr. Orlando Sá

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Homoparentalidade: tese da UENF vira livro

Tese de doutorado de Daniela Bogado Bastos de Oliveira, a segunda concluída no âmbito do Programa de Pós-Graduação em Sociologia Política da UENF, em 28/04/11, acaba de ser publicada como livro. A obra, ‘Famílias contemporâneas: as voltas que o mundo dá e o reconhecimento jurídico da homoparentalidade’, sai pela editora Juruá.

O lançamento nacional ocorreu na última segunda, 14/11, em Belo Horizonte (MG), durante o VIII Congresso Brasileiro de Direito de Família, realizado pelo IBDFAM (Instituto Brasileiro de Direito de Família).  Em Campos (RJ), o livro será lançado na próxima segunda, 21/11, às 17h30, no salão do júri do Fórum Teresa Gusmão de Andrade (Av. 15 de Novembro, 289 – quarto andar).
À luz da teoria de gênero, o livro aborda a questão das famílias homoparentais, formadas por homossexuais com filhos e apontadas como novo paradigma de família pós-convencional. Aborda ainda as sentenças e acórdãos relativos à adoção de filhos por casais homoafetivos.
 
O lançamento será o último ato do seminário ‘Cenário 2011: Direito, Cidadania e Diversidade’, que ocorre das 13h às 17h30, no Fórum de Campos. O seminário terá abordagens sobre ‘Cidadania e direitos humanos’, ‘Direito, etnia, cultura e religião’,  ‘Diversidade e gênero’ e ‘Direito, cidadania e minorias’. Entre os expositores estão as professoras Bianka Pires André e Rosalee S. C. Istoe, da UENF; o bispo da Diocese de Campos, Dom Roberto Francisco Ferrería Paz; e o juiz da 4ª Vara Cível de Campos, Wladimir Hungria, entre outros.
(ascom.uenf)

A Associação de Moradores de Rio Preto e a UENF convidam a comunidade para reunião amanhã, dia 19/11/11 -


sábado, às 16:00h.
Local: Associação de Moradores de Rio Preto (praça - próximo a antiga Casa de Farinha)
Motivo: Assuntos relacionados ao Funcionamento do Telecentro Comunitário.

Sua presença é importante. Até lá!

Lá em Rio Preto, na Associação de Moradores, há um Tecelentro Comunitário - projeto Telecentro.Br em parceria com a ITEP/UENF - instalado com 11 computadores, equipamento multimídia, impressora  com o acompanhamento de um Monitor Bolsista -  pronto para uso da comunidade desde o início deste ano e muito pouco ou quase nada utilizado.
Este é um dos 22 Telecentros Comunitários instalados na região - os demais em outras localidades do interior de Campos e bairros urbanos periféricos.

Em breve - próximo mês, possivelmente, segundo informou o Min. Comunicações - será instalada as antenas GESAC que possibilitarão captar sinal de internet a estes Telecentros Comunitários - alguns locais, como Rio Preto, até o sinal de telefonia celular é precário:

- Contribuindo para a inclusão digital dessas pessoas e, em muitos casos, para sua inclusão social, desenvolvendo habilidades muito valorizadas para o ingresso no Mundo do Trabalho;
- Contribuindo para o fortalecimento de atitudes de auto-estima, convivência social e estímulo para aprendizagem;
- Contribuindo para o processo de reabilitação física (estudos indicam que a utilização do teclado e/ou do mouse, para citar apenas um exemplo, exercita a motricidade fina de forma lúdica);
- Contribuindo para a utilização das capacidades de memória, atenção, concentração, muitas vezes prejudicadas em função da idade ou de seqüelas da deficiência;
- Estimulando o convívio e a sociabilidade entre pessoas com e sem deficiência, desmistificando preconceitos;
- Estimulando o exercício da cidadania, através do acesso a informações de interesse público, nos sites dos governos eletrônicos e em outros, com conteúdo pertinente a direitos e deveres;
- Estimulando o protagonismo de setores marginalizados da população (pessoas com deficiência, idosos, pessoas com baixo letramento ou sem acesso a computadores), abrindo canais de expressão e comunicação;
- Contribuindo para diminuir atitudes de preconceito e de discriminação, através da disseminação de informações de qualidade e da promoção da convivência;
- Contribuindo para a visibilidade das entidades envolvidas com este produto e para o cumprimento de suas respectivas missões institucionais
Etc.

Asim, pedimos sua ajuda na divulgação desta reunião, onde será possível reunirmos a comunidade local e diversos profissionais que por lá atuam, em diversos segmentos, para discutirmos em quê, como e quanto o Telecentro Comunitário pode ser apoio
 em diversas atividades.

Contamos com sua divulgação.

Abraço!
-- 
Aucilene Freitas