segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Nelson Fujimoto será o novo secretário de Telecomunicações.

Agência Brasil

O novo secretário de Telecomunicações do Ministério das Comunicações será NelsonFujimoto, que integra o Comitê Gestor de Políticas de Inclusão Digital (CGPID) da Presidência da República.

Fujimoto, que deve ter a nomeação publicada no Diário Oficial da União nos próximos dias, vai ocupar o lugar de Roberto Pinto Martins. A Secretaria de Telecomunicações é responsável por regular a execução dos serviços de telecomunicações e deverá ficar responsável pela implantação do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL).

*Quem é ele mesmo?


sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

O fim da calvície?

Falha nas células-tronco do couro cabeludo explica calvície, diz estudo

Homens carecas têm problemas na ativação de células-tronco do couro cabeludo, de acordo com pesquisadores da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos. A notícia foi publicada no site da BBC.
Usando amostras de células de homens submetidos a transplante de cabelo, a equipe comparou os folículos do couro cabeludo calvo e do couro cabeludo com cabelo e descobriu que, apesar de as áreas calvas terem o mesmo número de células-tronco, elas tinham uma menor quantidade de um tipo específico de célula, capaz de gerar cabelos novos.
Segundo os pesquisadores, é como se houvesse um defeito na fabricação. O trabalho foi publicado no "Journal of Clinical Investigation".
O fato de ter um número normal de células-tronco faz com que os autores do trabalho imaginem que seja possível reestabelecer a função das células e reverter a calvície.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Comentário acerca da postagem "Geraldo Vandré quebra o silêncio no programa Dossiê Globonews"

Espelho Celestial deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Geraldo Vandré quebra o silêncio no "Dossiê Globon...":

Estaremos realizando o show com a obra de Geraldo Vandré e Alquimides Daera com musicas em parceria e ineditas, em diversas regiões do Brasil visando à disseminação e a valorização da sua música, portanto, a utilização desta obra toma-se indispensável ao ser humano quanto aos seus conteúdos e conceitos de uma forma lúdica permitindo a fantasia, de acordo com o pensamento do compositor, no entanto devido toda essa importância a necessidade de trabalhar com a utilização da sua música.Nosso projeto é criar em todas as áreas de atuações, produções musicais que primem pelo incentivo ao prazer de pensar e ao de descobrir-se, considerando-os alimentos indispensáveis à sobrevivência da fantasia, além de atuar como verdadeiro antídoto contra a chamada "Cultura de Massa" voltado para o aumento da capacidade crítica da população em geral, sem nenhum preconceito de ordem religiosa, étnica ou social, e para a elevação do sentimento de auto-estima do artista, ou seja, de pertencimento à cidade, ao bairro e ao grupo social.

"A flexibilização da CLT"

(Alcilene, por e-mail, matéria publicada em 02.01.2011 pelo O Estado de S. Paulo

A flexibilização da Consolidação das Leis o Trabalho (CLT) está sendo reintroduzida na agenda política do País. Só que, desta vez, por iniciativa do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC e da Central Única dos Trabalhadores (CUT) - justamente as entidades que, até há pouco tempo, mais resistiam à adoção do princípio de que o negociado entre patrões e empregados deve prevalecer sobre o que está previsto na legislação.


A primeira proposta com esse objetivo foi apresentada há 12 anos, durante o governo Fernando Henrique. No último ano de seu governo, ele anunciou um projeto de lei que alterava o artigo 618 da CLT, permitindo que os acordos coletivos tivessem força de lei. Por causa das críticas dos sindicatos trabalhistas e do PT, a proposta acabou sendo engavetada.

Cinco anos depois, o presidente Lula retomou a discussão, lançando dois projetos articulados - o da reforma sindical e o da reforma trabalhista - com o objetivo de flexibilizar a CLT. Ele justificou a iniciativa alegando que o avanço da tecnologia e a diversificação da economia tornaram defasada a legislação trabalhista editada pelo varguismo, durante a ditadura do Estado Novo. Mas, para evitar desgastes políticos que prejudicassem a reeleição de Lula, o governo engavetou os dois projetos.

A resistência a toda e qualquer proposta de flexibilização da legislação trabalhista começou a arrefecer depois que os principais sindicatos se conscientizaram de que, com as mudanças na economia mundial, a CLT dificulta a formalização de acordos coletivos com as grandes empresas. Os sindicatos descobriram que, como a concorrência nos mercados globalizados é cada vez mais acirrada e só vence quem oferece o menor preço, as empresas não hesitam em transferir fábricas para países onde o custo de produção é baixo. Foi o que aconteceu com o setor automobilístico. Quando os metalúrgicos do ABC passaram a pedir reajustes irreais e ameaçaram fazer greves selvagens, as montadores contra-atacaram, ameaçando transferir para o Leste Europeu e para a Ásia algumas unidades situadas no Brasil.

A partir daí, a cooperação substituiu o confronto nas relações trabalhistas no setor automobilístico - e um dos marcos dessa mudança foi o acordo assinado pela Volkswagen e pelo Sindicato dos Metalúrgicos do ABC no final dos anos 90. Para evitar demissões e estimular a empresa a aumentar os investimentos na fábrica de São Bernardo, o Sindicato aceitou o parcelamento da participação nos lucros e resultados em 12 prestações - 6 meses a mais do que a lei permite. Mas a Procuradoria do Trabalho se opôs, alegando que o negociado não pode prevalecer sobre o legislado, e o caso foi julgado pelo TST, que referendou o acordo por estreita margem de votos.

Agora, para evitar riscos, o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC consultou advogados e economistas, promoveu seminários com dirigentes de empresas e decidiu - com apoio da CUT - preparar um projeto de flexibilização da CLT que será enviado ao Congresso dentro de três ou quatro meses. Pela minuta, os acordos entre sindicatos e empresas passam a ter força de lei, desde que respeitados os direitos previstos no artigo 7.º da Constituição, tais como aposentadoria e FGTS. Os sindicatos precisam ter um mínimo de representatividade, que será certificada pelo Ministério do Trabalho, e os acordos terão de ser aprovados por 60% dos trabalhadores de cada empresa.

Para a CUT, a proposta permite adequar a CLT a um universo empresarial mais complexo, em cujo âmbito as relações trabalhistas tendem a ser cada vez mais diferenciadas. Para as empresas, a proposta aumenta a segurança jurídica dos acordos. Com relação aos projetos apresentados pelos governos FHC e Lula, o anteprojeto do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC só tem uma diferença. Ele permite que o princípio de que o negociado prevalece sobre o estatuído seja introduzido progressivamente, começando nos setores econômicos onde as relações de trabalho estão mais avançadas.

O amadurecimento de algumas lideranças sindicais e a evolução das relações trabalhistas só farão bem ao Brasil.

domingo, 26 de dezembro de 2010

Chico D'Angelo continuará deputado.

em primeiro plano, luciano d'angelo discursa em trajano de moraes, chico d'angelo ao centro e Carlinhos Shalon, do pt local, à esquerda

A nomeação de Luiz Sérgio, presidente regional do PT- RJ para o Ministério das Relações Institucionais, possibilitou que o estado do Rio continue contando com Chico D'Angelo como deputado federal. Certamente uma das suas mais importantes vozes na Câmara Federal.