quarta-feira, 4 de setembro de 2013

UENF participa de mostra vocacional do Colégio Bittencourt em Campos - RJ

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A UENF foi uma das 11 instituições de ensino superior a participar da I Mostra de Informação Vocacional do Colégio Bittencourt, realizada na manhã da última quinta-feira, 29/08. Os bolsistas Álvaro Sardinha (publicitário) e Bárbara Pimenta (relações públicas), do projeto “Aprenda mais conhecendo a UENF”, representaram a Universidade.
O evento, que contou com palestras e estandes, teve o objetivo de fornecer aos estudantes do ensino médio informações que possam ajudá-los a escolher sua futura profissão. As instituições abordaram principalmente os cursos de graduação e pós-graduação oferecidos, bem como as formas de ingresso.
Na oportunidade, foram doados quatro exemplares do livro “Uma Casa, muitas vozes: histórias dos primeiros 20 anos da Uenf”  à Biblioteca da escola. O livro, escrito pelos jornalistas Gustavo Smiderle e Fulvia D’Alessandri, da Gerência de Comunicação (ASCOM) da UENF, foi lançado no último dia 13/08, durante as comemorações pelos 20 anos da Universidade.
— Acho que todas as escolas deveriam promover eventos como esse.  Além de orientar os estudantes quanto à continuidade de seus estudos, ajuda a diminuir o impacto causado na transição entre a escola e a universidade — diz Álvaro.
(ascom-uenf)

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

"Vem pra rua, vem!!!"


Em várias cidades do país o 7 de Setembro deve ser transformado em mais um Dia de Protestos e Reivindicações. 
Em Campos dos Goitacá - RJ não deverá ser diferente, o Movimento Cabruncos Livres está convidando os campistas para irem às ruas exigir melhorias nos serviços públicos, além de transparência e um basta à corrupção.
É a mudança que o Brasil exige!

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

9ª Seprodur: início nesta segunda-feira

Evento de extensão, que oferece 55 cursos, se estende até 06/09 na UENF
O prof. Fábio da Costa Henry coordena o curso "Fabricação de presuntos e linguiças"
O prof. Fábio da Costa Henry coordena o curso“Fabricação de presuntos e linguiças”
Começa nesta segunda-feira, 02/09, às 9h,  a 9ª Semana do Produtor Rural da UENF (Seprodur) — um dos maiores eventos de extensão universitária da região. De 02 a 06/09, professores, alunos e técnicos da UENF vão ministrar um total de 55 cursos voltados para os produtores rurais, sobre os mais diversos temas.
A cerimônia de abertura terá início às 9h de segunda-feira, 02/09, no auditório do prédio P4, com a presença do reitor da UENF, Silvério de Paiva Freitas; do pró-reitor de Extensão e Assuntos Comunitários, Paulo Nagipe; do diretor do Centro de Ciências e Tecnologias Agropecuárias (CCTA) da UENF, Henrique Duarte Vieira; e do coordenador de Extensão do CCTA, Humberto Castillo Estrada.
— Não são só os produtores rurais que se beneficiam deste evento. Este contato é também importante para a equipe da UENF. Destes encontros, muitas vezes surgem questões que acabam virando tema de futuras pesquisas, ou até mesmo de novos cursos — disse o reitor da UENF, Silvério de Paiva Freitas, que, como professor do Laboratório de Fitotecnia (LFIT) da UENF, também está coordenando um dos cursos: “Atualização em plantas medicinais”, a ser ministrado na sexta-feira, 06/09, de 8h às 18h.
Alguns dos cursos oferecidos são inéditos, como “Criação de mexilhões e ostras”, que será ministrado na terça-feira, 03/09, das 14h às 18h, pelo doutorando em Ciência Animal da UENF André Batista, professor do IFES -  Campus Piúma.  Mestre em Recursos Pesqueiros e Aquicultura, André conta que o curso surgiu a partir do interesse demonstrado por comunidades pesqueiras de Búzios. Segundo ele, qualquer área litorânea protegida da ação de ondas é propícia para a criação de mexilhões e ostras.
Curso vai mostrar técnicas para criação de mexilhões
Curso vai mostrar técnicas para criação de mexilhões
— Vamos mostrar que as técnicas são simples e o investimento necessário é muito baixo. No entanto, o mercado consumidor é muito bom, pois são produtos que podem ser vendidos a um preço elevado — diz André, que é orientado pelo professor Manuel Vazquez, do Laboratório de Zootecnia e Nutrição Animal (LZNA) da UENF.
Outro curso inédito é “Sistema de produção de açaí”, que será ministrado na sexta-feira, 06/09, das 8h às 12h, por professores e pesquisadores do LFIT/UENF — Almy Junior, Aurilena de Aviz Silva e Mírian Peixoto. O curso vai abordar os aspectos gerais da cultura do açaizeiro, assim como sua importância econômica, mercado e comercialização, ambiente edafoclimático, métodos de controle, colheita e pós-colheita. Segundo Aurilena, que tem experiência com esta cultura no estado do Pará, a ideia do curso surgiu a partir do interesse dos produtores locais interessados no cultivo da planta.
— Tanto os frutos quanto o palmito podem ser comercializados, sendo uma alternativa para agricultores familiares diversificarem sua produção, aumentando sua renda — afirma a pesquisadora.
No curso “Métodos de propagação de frutíferas”, a ser realizado em 04/09, de 8h às 16h, o doutorando em Produção Vegetal Marlon Altoé Biazatti vai mostrar os diversos métodos de propagação indicados para as frutíferas da região, como: uso de sementes, estaquia, enxertia e microenxertia. Também serão abordadas as vantagens e desvantagens de cada método, entre outras questões importantes.
Açaizeiro
Açaizeiro
— O sucesso do cultivo agrícola começa com a escolha de mudas de boa qualidade, e cada espécie possui um método de propagação específico — afirma, lembrando que o curso terá uma parte teórica e outra prática, a ser ministrada na Unidade de Apoio à Pesquisa (UAP) da UENF.
A 9ª Seprodur traz também cursos que podem interessar a quem não é produtor rural, como é o caso de “Fabricação de presuntos e linguiças”, que será ministrado na quinta-feira, 05/09, das 14h às 16h, pelo professor professor Fábio da Costa Henry, do Laboratório de Tecnologia de Alimentos (LTA) do CCTA/UENF. Outros cursos que também podem interessar ao grande público são: “Tecnologia de produção de iogurtes” (04/09, de 8h às 12h), “Tecnologia de produção de queijo minas, frescal e ricota” (03/09, de 8h às 12h) e “Dietas e emagrecimento” (04/09, de 14h às 17h), entre outros.
— No curso “Dietas e emagrecimento”, vamos revisar o tema com base nas novas descobertas científicas, bem como discutir o efeito das dietas no organismo. Vamos debater os mitos e os efeitos de suplementos para fins estéticos. O participante saberá o que leva um ser humano a emagrecer, e se existem de fato alimentos que engordam — explica o doutorando Luiz Fernando Miranda, do LTA.
Segundo a Coordenação de Extensão do CCTA, responsável pela Seprodur, ainda há vagas para alguns cursos, sendo possível, neste caso, efetuar a matrícula antes da aula. A taxa de inscrição, no valor simbólico de R$ 10 (dez reais), dá direito a se inscrever em até três cursos. Outras informações podem ser obtidas através do telefone (22) 2739-7192 ou do email cooexccta@uenf.br .
Confira a grade de cursos que serão oferecidos durante a 9ª Seprodur.
(uenf-ascom)

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Sim. Existe ‘controle’ da mídia no Brasil

Por Venício Lima - de Brasília -Correio do Brasil

Corrupção: diálogos interdisciplinares”, promovido pelo tradicional Centro Acadêmico Afonso Pena (CAAP), da Faculdade de Direito da Universidade
Corrupção: diálogos interdisciplinares”, promovido pelo tradicional Centro Acadêmico Afonso Pena (CAAP), da Faculdade de Direito da Universidade
Em debate sobre “A mídia e a corrupção”, realizado durante o seminário “Corrupção: diálogos interdisciplinares”, promovido pelo tradicional Centro Acadêmico Afonso Pena (CAAP), da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais, na quarta-feira, respondi a uma pergunta de futura advogada preocupada em saber se as normas e princípios da Constituição de 1988 permitiam o “controle” sobre a mídia no Brasil.
Respondi de imediato: não; claro que não. As normas e princípios da Constituição de 1988 impedem claramente que haja “controle” do Estado sobre a mídia. Não há possibilidade de volta à censura estatal nem de qualquer ameaça do Estado à liberdade de expressão ou à liberdade da imprensa.
Embutido na pergunta, tudo indica, estava o conhecido mantra da grande mídia brasileira e de seus eloquentes porta-vozes que identificam qualquer manifestação sobre regulação, independentemente de sua origem, como tentativa autoritária de “controlar” a mídia por intermédio do Estado ou, em outras palavras, volta à censura estatal, atentado à liberdade de expressão e à liberdade da imprensa (tratadas, aliás, como se fossem a mesma coisa).
Resposta errada
O debate continuou, outras perguntas foram feitas e me dei conta de que havia cometido um erro grave. Minha resposta assumia como verdadeiro o falso pressuposto contido no mantra da grande mídia de que somente o Estado pode “controlar” a mídia.
Solicitei, então, ao mediador do debate que, por favor, me permitisse corrigir uma resposta incorreta.
Sim. Apesar das normas e princípios da Constituição de 1988 é possível que exista “controle” sobre a mídia. Na verdade, esse “controle” vem sendo exercido diariamente. Todavia, não pelo Estado, mas pelos oligopólios privados de mídia.
São esses oligopólios que – contrariando as normas e princípios da Constituição em vigor – “controlam” a mídia e ameaçam a liberdade de expressão e a liberdade da imprensa ao impedir o acesso das vozes da maioria da população brasileira ao espaço de debate público cuja mediação, apesar das TICs, monopolizam.
Constituição não regulamentada
Esse “controle” da mídia pelos oligopólios privados se sustenta de diferentes formas. Uma delas é o poderoso (e bem remunerado) lobby que nos últimos 25 anos tem pressionado continuamente deputados e senadores e impedido que normas e princípios da Constituição de 1988 relativas à comunicação social sejam regulamentados. Sem serem regulamentados, não são cumpridos.
É por isso que, apesar de a Constituição rezar que “os meios de comunicação social não podem, direta ou indiretamente, ser objeto de monopólio ou oligopólio” (parágrafo 5º do artigo 220), apenas uns poucos grupos privados controlam os meios de comunicação diretamente ou indiretamente através de “redes” de afiliadas cuja “formação” não obedece a qualquer regulação.
É por isso que, apesar de a Constituição rezar que “os Deputados e Senadores não poderão firmar ou manter contrato com pessoa jurídica de direito público, autarquia, empresa pública, sociedade de economia mista ou empresa concessionária de serviço público, salvo quando o contrato obedecer a cláusulas uniformes” (alínea ‘a’ do inciso I do artigo 54), muitos deles mantêm vínculos com empresas privadas concessionárias do serviço público de radiodifusão, numa viciosa circularidade que inviabiliza a aprovação de projetos que regulem as normas e princípios constitucionais sobre a comunicação social no Congresso Nacional.
É por isso que, apesar de a Constituição rezar que a produção e a programação das emissoras de rádio e televisão devem atender “aos princípios de preferência a finalidades educativas, artísticas, culturais e informativas; promoção da cultura nacional e regional e estímulo à produção independente que objetive sua divulgação; regionalização da produção cultural, artística e jornalística, conforme percentuais estabelecidos em lei; respeito aos valores éticos e sociais da pessoa e da família” (artigo 221), o que se escuta nas emissoras de rádio e se vê na televisão, salvo raras exceções, é exatamente o oposto.
É por isso que, apesar de a Constituição rezar que as outorgas e renovações de concessões, permissões e autorizações para o serviço público de radiodifusão sonora e de sons e imagens devem “observar o princípio da complementaridade dos sistemas privado, público e estatal” (artigo 223), a imensa maioria das concessões, permissões e autorizações de radiodifusão no país continua a ser explorada por empresas privadas.
O paradoxo do Estado financiador do “controle” privado
No Brasil, os “critérios técnicos” adotados pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom-PR) para distribuição dos recursos oficiais de publicidade se baseiam na diretriz “comercial” que considera “a audiência de cada veículo [como] o balizador de negociação e de distribuição de investimentos. A programação de recursos deve ser proporcional ao tamanho e ao perfil da audiência de cada veículo” (ver “Transparência e a desconcentração na publicidade do governo federal“).
Como já argumentei neste Observatório (ver “Publicidade oficial: Quais critérios adotar?“), o artigo 1º da Constituição de 1988 reza que um dos fundamentos da democracia brasileira é o pluralismo político (inciso V) e, logo em seguida, o artigo 5º garante que é livre a manifestação do pensamento (inciso IV). Essa garantia é confirmada no caput do artigo 220, que impede a existência de qualquer restrição à manifestação do pensamento, à expressão e à informação.
Por outro lado, o inciso I, do artigo 2º do Decreto nº 6.555/2008, que “dispõe sobre as ações de comunicação do Poder Executivo Federal”, determina que “no desenvolvimento e na execução das ações de comunicação (…), serão observadas as seguintes diretrizes, de acordo com as características de cada ação: afirmação dos valores e princípios da Constituição”.
Decorre, portanto, que a responsabilidade primeira da negociação e distribuição de qualquer investimento oficial – inclusive, por óbvio, aqueles de publicidade – deveria ser a proteção e garantia do pluralismo político e da liberdade de expressão.
Da mesma forma, considerando apenas que “a programação de recursos deve ser proporcional ao tamanho e ao perfil da audiência de cada veículo”, a Secom-PR descumpre também os princípios gerais da atividade econômica definidos no “Título VII – Da Ordem Econômica e Financeira” da Constituição.
Na verdade, contrariam-se os incisos IV (livre concorrência), VII (redução das desigualdades regionais e sociais) e IX (tratamento favorecido para as empresas de pequeno porte) do artigo 170, e o parágrafo 4º (repressão ao abuso de poder econômico, com vistas à eliminação da concorrência e aumento arbitrário dos lucros) do artigo 173.
A Secom-PR – vale dizer, o Estado brasileiro –, paradoxalmente, tem sido um dos principais financiadores do “controle” que os oligopólios privados exercem sobre a mídia no Brasil.
Inversão da realidade
Ao difundir a noção de que o Estado brasileiro é o único agente capaz de exercer o “controle da mídia” e, ainda mais, ao empunhar como exclusivamente suas as bandeiras da liberdade de expressão e da liberdade da imprensa, os oligopólios privados de mídia constroem publicamente a imagem daqueles que pelejam para que mais vozes tenham acesso ao debate público como se fossem os inimigos da liberdade e pretendessem fazer exatamente o que, de fato, já é feito por eles, os oligopólios privados – isto é, o “controle” da mídia.
Com o desmesurado poder de que desfrutam, conseguem fazer prevalecer publicamente uma inversão do que de fato acontece (o processo de “inversão da realidade”, como se sabe, foi identificado, nomeado e explicado faz mais de 150 anos).
O debate na Faculdade de Direito da UFMG me ofereceu a oportunidade de argumentar, ainda uma vez mais, que, apesar das normas e princípios da Constituição de 1988, existe, sim, “controle” da mídia no Brasil. E ele tem sido exercido exatamente por aqueles que se apresentam como defensores exclusivos da liberdade de expressão e da liberdade: os oligopólios privados de mídia.
Venício A. de Lima é jornalista e sociólogo, professor titular de Ciência Política e Comunicação da UnB (aposentado), pesquisador do Centro de Estudos Republicanos Brasileiros (Cerbras) da UFMG e autor de Política de Comunicações: um Balanço dos Governos Lula (2003-2010), Editora Publisher Brasil, 2012, entre outros livros.

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

7 DE SETEMBRO COM "FORA GAROTINHO" EM CAMPOS - RJ, PROMETE "CABRUNCOS LIVRES"

O Movimento Cabruncos Livres não querem comemorar uma "independência que não existe em Campos", e por isso convocam a sociedade para mais uma manifestação popular e democrática pelas ruas da cidade.
Leia abaixo o manifesto:


 

Fora Garotinho!

O dia 7 de setembro se aproxima, mas a verdadeira independência ainda não chegou em Campos dos Goytacazes, município conhecido por sua gloriosa história de resistência, Campos ainda não destruiu suas correntes e hoje sucumbe à dominação de um novo senhor: Anthony Garotinho.
Antigo filho do povo e poeta, Garotinho prometeu libertar o povo campista dos desmandos de Zezé Barbosa e dos usineiros que dominavam a cidade. Hoje, no entanto, afastado de suas antigas poesias de liberdade, Garotinho passou a repetir os erros que fingia condenar e tornou-se o pior ditador de toda a história de Campos.
A história não nos deixa mentir: Se antigamente Garotinho atacava os usineiros, hoje ele protege os interesses de uma nova corja de vampiros - os empreiteiros - que roubam as economias da cidade através de obras mal feitas e superfaturadas.
A própria Justiça não nos deixa mentir também. É só lembrar o histórico de escândalos em que ele e sua família se envolveram nos últimos tempos, mas que ele tentou esconder com seu dinheiro, rádios e advogados.
Em agosto de 2010, por exemplo, Garotinho foi condenado pela Justiça federal a dois anos e meio de prisão por lavagem de bens, corrupção passiva e, pasmem: formação de quadrilha armada! Quem não acreditar e quiser conferir, é só ver o processo número 200851018153972, disponível no site da Justiça Federal do Rio de Janeiro (www.jfrj.jus.br). Essa pena, no entanto, foi convertida em prestação de serviços à comunidade. Como se não fosse bastante, Rosinha e Garotinho foram denunciados no começo de agosto pelo Procurador Geral da República pela prática dos crimes de peculato e lavagem de dinheiro, num processo que nunca terá fim enquanto você permanecer votando nele e sua família. Mas agora você está cansado e nós apostamos nisso. Você tinha medo e confiamos que ele acabou com as manifestações de junho.
A verdade, Povo de Campos, é que eles fizeram questão de perder todas as oportunidades que lhes foram dadas nas urnas. O voto de confiança emprestado ao seu governo - que finge governar para os mais necessitados - foi rasgado.
Incompetentes e corruptos, o povo decidiu agora retirar a família Garotinho do poder e retomar a liberdade que lhe foi roubada.
Deste modo, chamamos você para sair às ruas no dia 7 de setembro e dizer que não está mais satisfeito com Garotinho e seu jeito corrupto de governar. 
Por isso, para que os ventos da verdadeira Independência soprem pelo seio da cidade, venha para as ruas e diga bem alto no dia 7 de setembro: "FORA GAROTINHOS".
Faça-o começar entender que quem manda na política de Campos agora é você, pois assim a Independência em Campos um dia há de chegar...
Campos dos Goytacazes, 19 de agosto de 2013.
Local da manifestação: Av. 28 de Março.
Evento no facebook: "FORA GAROTINHO - 7 DE SETEMBRO".
Assinam o panfleto: MST, CPT, PSOL, PSTU, PCB...

Fonte:

CABRUNCOS LIVRES, Manifesto ” FORA GAROTINHOS”

Porque existe um bairro chamado "Botafogo" no Rio de Janeiro?


 O galeão São João Baptista, mais conhecido pela alcunha de "Botafogo" foi na sua época o mais poderoso navio de guerra do mundo. Construído em 1534, tinha um deslocamento de cerca de 1000 toneladas e estava armado com 366 bocas de fogo de bronze, tendo por isso um tremendo poder de fogo. Por essa razão tornou-se conhecido por "Botafogo".

Este navio foi usado em inúmeras batalhas, tendo ficado famoso durante a conquista de Tunes. Quando Carlos V se lançou na conquista de Tunes, solicitou apoio naval a Portugal, e pediu especificamente o "Botafogo". Nessa batalha, o "Botafogo" era comandado pelo Infante D. Luís, irmão do Rei D. João III de Portugal e cunhado do Imperador Carlos V.

O "Botafogo" liderou o ataque a Tunes e foi o seu esporão que conseguiu quebrar as correntes do porto de La Goleta, que defendiam a entrada, permitindo então à armada cristã a conquista da cidade de Tunes.

Um dos membros da tripulação do galeão, chamado João Pereira de Sousa, um nobre da cidade de Elvas, tornou-se famoso porque era o responsável pela artilharia do navio, pelo que também ele ganhou a alcunha de "Botafogo", que foi incluído no seu apelido, passando também aos seus descendentes. 

Mais tarde, quando João Pereira de Sousa se estabeleceu no Brasil, recebeu da Coroa Portuguesa terras junto da baía de Guanabara, passando essa área a ser conhecida por "Botafogo". 

A chegada da família real portuguesa ao Brasil e à cidade em 1808, mudou totalmente a vida de "Botafogo". De bairro rural, transformou-se no local preferido dos nobres que procuravam o bairro para nele construir suas residências.
 
É por esta razão que existe o bairro de Botafogo na Zona Sul da cidade do Rio de Janeiro!

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Um centro carioca bem mais limpo


Como sempre faço antes das reuniões, gosto de tomar uma boa média pingada com uma mistura de pão com manteiga na Arcanjo. Prefiro as mesinhas da calçada onde aprecio o movimento da Casa dos Imortais brasileiros na Presidente Wilson e o andar das pessoas. Na verdade, ali posso  pitar em paz o meu cigarrinho. 
Ontem, cumprindo meu ritual, percebi de imediato uma mudança na rotina do pedaço: várias pessoas com resíduos procurando por uma lixeira. A calçada e o asfalto estavam impecáveis. Eu também tive que esperar a cinza da ponta da minha guimba se apagar para arrumar um local apropriado. A vendedora de doces, numa pequenina banca, bem a minha frente, percebendo a minha necessidade, disponibilizou a sua latinha devidamente equipada com sacos de descarte apontando-a para mim com o indicador.
Gostaria que essa atitude fosse bem antes de se fazer leis para punir. Mas que a melhora está a olhos nus, está. Afinal, a cidade é o quintal das nossas casas. Que esta postura, que já era normal para muitos, não posso negar, seja copiada em todas as cidades e mentes brasileiras. Ah, a reunião?... Sete horas diretas...