sexta-feira, 21 de maio de 2010

Professora Odete informa:

Está entrando no ar hoje o blog da Professora Odete. Ainda em reparos, pedimos perdão pelas mudanças contínuas que ocorreram nesta semana.
O blog tem o intuito de abordar temas de relevência regional, e está aberto para toda população.
Att.
http://blogdaprofessoraodete.blogspot.com/

quinta-feira, 20 de maio de 2010

PV de Campos tem reunião expandida com dirigentes regionais

Hoje, às 20h, o PV de Campos se reunirá para dar início a operacionalização das estratégias e metas para os próximos meses. Para tanto, estaremos recebendo o nosso companheiro Roberto Rocco (Direção Regional)para responder as indagações dos nossos amigos.
Vários dirigentes municipais da região já confirmaram presença.
O encontro acontecerá na Academia Arte Física, localizada na rua dos Bondes (Cons. José Fernandes), entre a Av. Pelinca e a Rua Dr. Siqueira.

Sintam-se todos convidados.

Gabeira lança Pré-Candidatura domingo, no América

Fernando Menandro em forma de post...

Prezados amigos,

Não podemos faltar: É compromisso!!!

Depois do memorável evento de lançamento da nossa "jaguatirica amazonense" MARINA SILVA, agora é a vez do apoio a Gabeira.

No próximo domingo, dia 23/05, a partir das 10hs, no América Futebol Clube, teremos o lançamento da Pré candidatura de Fernando Gabeira, que em 03 de outubro será eleito o 1º Governador Verde do Brasil.

Fundador do PV em 1.986, juntamente com Sirkis e outros, Gabeira foi o Deputado Federal mais votado do Estado do Rio nas últimas eleições e é o único capaz de aglutinar as forças políticas da oposição para fazer frente à máquina do Governo Cabral.
Fernando Menandro.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Marina Silva escreve sobre desastre ambiental da British Petroleum

HÁ QUASE um mês estamos assistindo, no golfo do México, ao pior desastre ambiental da história recente. A explosão da plataforma de petróleo da empresa British Petroleum (BP), que matou 11 pessoas, vem despejando quantidade incalculável – já se fala em 800 mil barris diários – de óleo cru e tóxico no oceano. E não se consegue conter o derrame.

O golfo do México é habitat de milhares de espécies, como a baleia cachalote, tartarugas marinhas e o atum azul, em extinção. Nessa área, a indústria pesqueira arrecada bilhões de dólares por ano. Só o Estado de Louisiana abriga 40% dos pântanos e mangues norte-americanos.

Mesmo com o pagamento de indenizações, as perdas em biodiversidade e os prejuízos econômicos e sociais são irreparáveis. Repete-se, aumentado, o pesadelo de 40 anos atrás, no Alasca, quando o naufrágio do navio Exxon Valdez derramou 250 mil barris de petróleo numa área particularmente sensível. Em casos como esses, é impossível quantificar o dano e recuperar de forma adequada os ecossistemas.

As petrolíferas têm intensificado a exploração de petróleo em águas profundas, o que requer altíssimos investimentos e capacidade tecnológica. Que, mais uma vez, se mostram insuficientes. Os riscos não foram efetivamente considerados, como constatou o presidente Barack Obama ao criticar a licença ambiental concedida à BP.

Ao mesmo tempo, o Congresso americano se prepara para revisar a legislação e tornar as medidas de segurança mais severas.

O Brasil tem que prestar enorme atenção a tudo isso, nesses tempos de expectativas pela exploração dos megacampos da camada de pré-sal. E é preciso que a sociedade tenha conhecimento não só dos benefícios mas também dos riscos dessa exploração, para que exija os cuidados preventivos necessários.

A discussão da partilha dos royalties e o desafio tecnológico que se coloca para a Petrobras são inseparáveis das providências de proteção ambiental.

É hora de pensar no licenciamento ambiental não como estorvo, como muitos fazem, mas como instrumento de defesa dos interesses da sociedade e do planeta. Esse mesmo licenciamento, tão atacado, desqualificado e negligenciado por setores do próprio governo, é a garantia para calcular riscos e prevenir ou minimizar acidentes.

Menosprezá-lo, tentar irresponsavelmente transformá-lo em ficção ou jogar para o futuro uma promessa mistificadora de que a tecnologia tudo resolverá pode causar danos irreparáveis. Adotar o princípio da precaução, por outro lado, é, hoje em dia, um seguro inescapável para o desenvolvimento. Que o diga Obama.

Publicado originalmente na Folha de S. Paulo em 17/05/2010

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E mais:

BP: Do Golfo do México para a costa do Brasil
Por Railton 04/05/2010 às 12:45

A BP, que emporcalhou o Golfo do México no pior desastre ambiental dos Estados Unidos, acaba de fechar acordo de US$ 7 bi com o Brasil

A British Petroleum (BP) a mesma da plataforma que explodiu e que ainda não conseguiu deter o vazamento do óleo que compromete fauna e flora marítimas em toda costa sul dos Estados Unidos, confirmou que começará a prospectar águas profundas ao largo da costa brasileira.

O acordo já assinado de US$ 7 bilhões para a aquisição dos ativos internacionais de petróleo e gás da Devon, alardeado pela midia como altamente benéfico aos brasileiros, pode comprometer um dos maiores patrimônios em diversidade biológica, a costa brasileira.

De olho no incalculável lucro da exploração do chamado pressal brasileiro, uma serra pelada petrolífera que pode abrigar até 80 bilhões de barris de petróleo, diversas empresas ocidentais formaram parcerias com a Petrobras a fim de prospectar e desenvolver campos na região.

O acordo com a americana Devon, que detém licenças para prospectar seis blocos em parceria com a Petrobras, na "mais promissora das 'áreas offshore' brasileiras", provê à Britsh Petroleum (BP) uma rota mais rápida e direta para o país.

A triste realidade é que o Brasil, aos olhos dos barões da indústri petrolífera, não passa de uma boa oportunidade de abarrotar ainda mais seus cofres pela exploração do ouro negro, indiferentes ao potencial risco ecológico, uma vez que qualquer acidente é integralmente coberto pela seguradoras.

Toda a costa do Brasil, de norte a sul, há 500 anos saudada pelos poetas pelos seus encantos e maravilhas, pode transformar-se rapidamente em um grande, e fedorento Golfo do México, coberto por imensas manchas de óleo. Ambientalistas temem que a ambição do governo brasileiro e das empresas petrolíferas crie problemas irreversíveis ao turismo e à pesca devido a potenciais acidentes com plataformas petrolíferas.

Com o acordo com a Devon a BP pretende ampliar, apesar do acidente no Golfo do México, suas operações no golfo do México e no Azerbaijão.

terça-feira, 18 de maio de 2010

O maior trecho já ficou pra trás. Mas há por que continuar a caminhar.

Acabamos de voltar do Rio de Janeiro, de um início de semana realmente muito rico. No domingo, em Nova Iguaçu, participamos do pré-lançamento nacional da campanha da senadora Marina Silva. Momento único de se participar de uma política diferente. De voltar a décadas passadas, onde o sonho ainda imperava nas cabeças. Ouvir o Thiago de Mello falar suavemente como um jovem cheio de esperanças nos fez remoçar. O Gil cantando um novo momento que pode chegar nos remetia aos festivais. O Gabeira e a Marina como os velhos idealistas de 70 pregando o amadurecimento que pode levar às reais mudanças que o estado e o país podem alcançar.
Repito: realmente um filme de um passado muito distante passava em minha cabeça .O espetáculo da polarização que a mídia e os estrategistas de campanha pregam se albarroará numa proposta moderna e vibrante de um novo modo de se ver e fazer política. Como disse o Pena, presidente nacional do PV, "estão tratando o povo brasileiro como crianças que devem ser conduzidas, aniquilando o pensar do novo" — o que já escrevi aqui há pouco tempo.
O PV vai cumprir a imagem que o querido senador Mário Covas pregava para os que fundávamos à época o Partido Novo, logo depois batizado de PSDB:"Um partido forte é aquele que está nas ruas, ouvindo o pulsar do povo". Inclusive o PSDB de Marcello Alencar, que tive o privilégio de beijar, ontem, na ABI, palco de tantas lutas. Foi ali e ontem que lhe agradeci os anos em que ele e o Mestre Darcy me confiaram quatro anos de vida doados à Casa de Cultura Villa Maria (CCVM) para lhe emprestar vida.
Afinal o que fizeram com a falecida CCVM depois que saimos de lá? Os governos que se sucederam lacraram aquele que foi durante um bom período o mais atuante equipamento cultural da região.
O que estávamos fazendo na ABI? Firmando o Pacto pelo Rio. Reafirmando a candidatura do deputado Fernando Gabeira. Com as palavras fortes e amadurecidas do Marcelo Cerqueira, que comporá a chapa numa das vagas ao Senado. Vi ali também um César Maia que não me emociona, porém é peça fundamental para um novo projeto para o Estado do Rio.
Confesso que, embora a motivação fosse forte, a minha carcaça dava sinais constantes do tempo que nos separa de tantas outras lutas, lá atrás. Lembro-me do início de um poema do saudoso Evaristo Penha: "Que falta me faz o vigor dos meus vinte anos..."
Mas vamos aí, sigamos em frente! Debatamos com o amadurecimento que a liberdade desejada numa Democracia requer.
Um muito obrigado a todos os presidentes municipais e seus membros. Militantes e simpatizantes da nossa Coodenadoria, que nos ajudaram a abrilhantar esses eventos e que, por outro lado, tiveram a oportunidade de (re) viver momentos fortes, que farão certamente parte da história do Brasil e do Estado do Rio

sábado, 15 de maio de 2010

Companheiro Fernando Guida de volta ao rádio nesta 2ª.

Nesta segunda-feira, dia 17, das 9 às 10 h, da manhã, Guida voltará a uma das atividades que mais lhe agradam.

Depois de ter participado do programa do jornalista César Rizzo, hoje, na Rádio RB FM 97,8, comunitária, devidamente legalizada, foi convidado a lá voltar com o antigo programa que teve durante anos nas rádios Fluminense e Guanabara/Bandeirantes-Rio: "O Direito de Todos Nós".

Ele estará no ar, ao vivo, às segundas e quartas-feiras, das 9 às 10 h, inclusive pela web, em http://www.nucleobarreto.org/.
Para ele: "O programa é de todos nós, pelos direitos de todos nós."
Sucesso!!!

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Cirurgias gratuitas de lábio leporino e fenda palatina. Ajudem-nos a divulgar ao máximo!

(Clique na imagem para ampliar)

Pois é... Me recordo que a APIC já foi referência neste tipo de trabalho. Nunca mais vi aqui em Campos a campanha junto aos pais de crianças portadoras desses problemas.
É uma pena que ações como esta se diluam na podridão política.

Este banner nos foi enviado pela companheira psicóloga Adriana Peixoto, que, embora residindo há algum tempo no Rio, continua preocupada com as coisas daqui. Valeu!!!