quarta-feira, 31 de março de 2010

Denúncia: descaso com escritor, sua obra e Gênio da Folha Seca

"Didi, o Gênio da Folha Seca" (por e-mail)

A literatura esportiva sempre foi o patinho feio da literatura brasileira. Não produzíamos nem dois livros por ano, apesar
de todas as glória de nosso futebol e alguns outros esportes. Atualmente as coisas estão mudando. No ano passado, 2009, o Brasil produziu e lançou cerca de 20 títulos - alguns bem ruinzinhos por sinal -. E desses lançamentos, o livro do Didi, escrito pelo Péris Ribeiro, foi o mais vendido. Isto com lançamentos apenas em São Paulo, capital e no Rio de Janeiro. A edição esgotou e em breve, teremos uma outra edição.
O livro também foi adotado pela Secretaria de Educação da Cidade do Rio e Janeiro e tema da prova final, para os alunos
a sétima série.
Enquando isso, em Campos, terra do Didi e do Perinho, não acontece nada: não houve ajuda, não houve interesse em
lançamento e nem adotado por nenhuma escola, oficial ou não. É o descaso e a não valorização de nossa cultura e de nossos ídolos.

Humberto (Moreira Rangel)

domingo, 28 de março de 2010

Nasce Planície Lamacenta, com Douglas da Mata.

O novo Blog Planície Lamacenta já estava incorporado a todos os seus leitores mesmo antes de existir, não sei o porquê desta sensação. Em o Núcleo, por ser um veículo dirigido, creio que o cronista, articulista, escriba, se limitava e engolia seco no seu estilo de escrever.
A blogosfera passará a ter uma nova fonte de provocações salutares e questionamentos fantástica, isto para os que sonham com uma Campos melhor e apreciam um debate saudável. Aos mama-tetas, a doçura do fel.

Mais um problema causado pelo desmatamento! (humor)


colaboração: andral e fifica

sábado, 27 de março de 2010

Exemplo: Apoiando a Hora do Planeta 2010, Flamengo irá tirar seu site oficial do ar

Hoje, das 20h30 às 21h30
Em apoio à Hora do Planeta, movimento que luta contra o aquecimento global, o Flamengo irá retirar do ar o seu site oficial das 20h30 até às 21h30 (horários de Brasília) deste sábado, horário em que será realizado o protesto.

Além disso, o Rubro-Negro irá confeccionar duas camisas personalizadas, que serão doadas para a instituição que comanda a ação do sábado. Existe ainda a possibilidade das luzes da sede do clube, na Gávea, serem apagadas, mas um evento de Jiu-Jitsu que está sendo realizado no local poderá atrapalhar os planos.

Os organizadores do movimento pedem que as luzes sejam apagadas por uma hora. A Hora do Planeta começou em 2007, em Sydney, na Austrália. Em 2008, 371 cidades aderiram ao protesto. No ano passado, o Brasil entrou na lista de participantes. Monumentos e locais simbólicos, como a Torre Eiffel, o Coliseu e a Times Square, além do Cristo Redentor e o Congresso Nacional, ficaram uma hora no escuro.

sexta-feira, 26 de março de 2010

Em Manaus, PV estreita laços no Fórum Internacional de Sustentabilidade.

Começou nesta sexta-feira (26) o Fórum Internacional de Sustentabilidade, em Manaus. Empresários, cientistas, ambientalistas, artistas e políticos se reúnem para buscar um acordo que viabilize ações para a preservação e o desenvolvimento econômico da região amazônica. Entre as estrelas dos debates estão o ex-vice-presidente dos Estados Unidos e Prêmio Nobel da Paz de 2007, Al Gore, e o diretor James Cameron.

Fernando Guida, membro da Comissão Nacional e vice-presidente do Partido Verde no RJ com Al Gore.

Ex-Vice Presidente dos Estados Unidos, é uma das vozes mais influente no mundo em matéria de alterações climáticas. É um assessor para os líderes no Congresso e chefes de estado em todo o mundo, pois oferece uma perspectiva única sobre assuntos nacionais e internacionais.

Desde seus primeiros dias no Congresso nos Estados Unidos, há trinta anos, Al Gore tem sido o principal defensor do combate ao aquecimento global. Seus esforços pioneiros foram delineados em seu best-seller Terra em Balanço: Ecologia e o Espírito Humano (1992). Na administração do Presidente Bill Clinton, ele liderou os esforços para proteger o ambiente de uma forma que também fortalece a economia. Seu livro mais recente, A Nossa Escolha consiste em um plano para resolver a Crise Climática e reúne em um só lugar as soluções mais eficazes para resolver este problema.

Aqui, com Thomas Lovejoy, um dos maiores especialistas em Amazônia e Sustentabilidade do Mundo.

No primeiro dia do Fórum Internacional de Sustentabilidade, o pesquisador americano, Thomas Lovejoy, falou da importância da Amazônia no contexto internacional. O evento acontece no Tropical Hotel, em Manaus, e reúne representantes de empresas e dos governos federal e estadual.

Segundo Lovejoy, que é especialista em biodiversidade e florestas tropicais, a Amazônia produz metade da própria chuva e o desmatamento pode interferir nesse ciclo. O palestrante lembrou a maior seca da história do Amazonas, em 2005. Segundo pesquisador, o episódio foi uma prévia das consequências das mudanças climáticas.

O pesquisador ainda chamou a atenção para a rodovia Transoceânica. De acordo com ele, a iniciativa para a integração de infraestrutura da América do Sul pode trazer consequências insustentáveis.

- O impacto é pesado e sério. Há mineração ilegal de ouro na estrada da Amazônia não-brasileira. A iniciativa para construção da estrada foi concebida em nível presidencial, sem a participação da sociedade civil. – afirma.

Fugindo à regra: Menino de 14 anos e senhor de 61 estão entre os calouros da Uenf


UENF/ASCOM
Um acaba de sair da infância, outro já está aposentado. Juntos, os dois estão mostrando que a idade pode ser mero detalhe para quem gosta de estudar. Com apenas 14anos de idade, Bruno Barcelos Alves de Faria é o mais novo aluno do curso de

Licenciatura em Física, enquanto José Bittencourt Paes, de 61, é o aluno mais velho do curso de Ciências Sociais da Uenf. Nenhum dos dois, porém, se sente deslocado em meio aos jovens na faixa dos 20 anos de idade.

Para Bruno, chegar à Universidade foi uma verdadeira batalha. Não por falta de talento ou vontade, mas pela dificuldade de ter uma vida escolar normal. Considerado superdotado quando ainda estava na primeira infância, Bruno nunca conseguiu adaptar-se ao nível de ensino compatível com a sua idade. As trocas de escola eram frequentes, até quando sua mãe, Jorcinea Barcelos Alves, conseguiu fazer valer a Lei Federal 9.394, que permite a aceleração de séries às crianças com Q.I. acima da média.
- Depois de passar por inúmeras escolas, conseguimos que ele fizesse três séries (sexta, sétima e oitava) em apenas um ano, na escola Paulo VI. Cheguei a entrar na Justiça contra um colégio, porque ele não aceitava este sistema de aceleração do ensino, embora seja uma lei federal - conta Jorcinéa. A via crucis só terminou quando o Instituto Federal Fluminense (IFF) resolveu abraçar a causa de Bruno. Os três anos do ensino médio foram cursados na instituição.

Bruno conta que não precisou estudar para a prova do Enem, porque a matéria era 'muito fácil'. Nada absurdo para quem começou a ler sozinho aos quatro anos de idade e, aos cinco, já sabia contar até mil em inglês - mesma idade com que descobriu Einstein.

- Já naquela época decidi que queria ser físico como ele - afirma.

Casado e pai de uma psicóloga, José Bittencourt Paes trabalhava como técnico em eletrônica antes de se aposentar. Ciências Sociais é sua segunda graduação - a primeira foi na área de Engenharia Operacional. Ele conta que escolheu a Uenf por ser a Universidade mais próxima de sua residência, em Macaé (RJ), e que foi muito bem recebido 'pela galera'.

- Sempre gostei da área de Ciências Sociais, mas ainda não sei se vou seguir carreira nesta área. O futuro a Deus pertence. Só o que sei é que quero viver com saúde até uns 100 anos - diz José, que ficou 24 anos sem estudar e resolveu tentar o curso para 'exercitar a mente'

quinta-feira, 25 de março de 2010

Ainda sobre a bandalha da Álvaro Tâmega e o dever como cidadania


Primeiramente vale lembrar que comprir normas também é direito à cidadania!
Alguns poucos chateados com a postagem sobre a bandalha que se faz no final da rua Álvaro Tâmega com Formosa me mandaram e-mail discutindo o fato. Outros perderam tempo no Bar do Miguel tentando me convencer que era normal. Alegam que teriam de dar voltas a mais para chegar ao lado, fazer mais dois quarteirões...
Se se disciplinar não. Basta na rotatória (ou rotunda, como prefere uma amiga) em vez de se seguir para a infração, dobrar na, Rodrigues Peixoto, ter o prazer de dar uma olhada no Bar do Ovo, passar em frente ao Bar do Toninho (onde tem a quadra de futebol, ela dá para a Formosa e também para essa ruazinha que não sei o nome), sai direto na Formosa, em frente ao restaurante do Maroca (Estação alguma coisa...).

Aí sim, se estará fazendo o correto.

Se no Rio de Janeiro alguém errar uma agulha na Avenida Brasil, será que vai dar ré para recuperar o tempo/espaço? TENTA!!!

É por isso que brinco, quando falo que a carteira dos campistas deveriam ser liberadas depois do futuro motorista mostrar que sabe dirigir em estradas, tanto à noite quanto de dia, pois são duas situações completamente diferentes; além de ter que dirigir por 10 minutinhos no Rio. Principalmente sendo observadas as obrigações mais elementares, como respeitar as faixas, sinalizar corretamente, parar apenas em locais permitidos...Existe coisa (falta de educação) pior do que quem "chama" com a buzina. Tem dó!

Na verdade, o nosso trânsito é muitas das vezes embolado pelo abuso provinciano dos campistas, que parecem viver na pacatatice de há 20, 30 anos.
Afinal, não sou engenheiro de trânsito, a Emut que se apresente.