sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Da UENF- Pós-graduação: Capes indica avanço consistente

Foto: Laboratório do Centro de Biociência e Biotecnologia da UENF

Avaliação do triênio 2007/2009 sinaliza evolução nos cursos de mestrado e doutorado

Com todos os credenciamentos renovados e dois programas avaliados com conceito 5 ('muito bom'), a UENF recebeu nesta quarta, 15/09, os resultados da avaliação oficial de sua pós-graduação pela Capes. O balanço referente ao triênio 2007/2009 mostra oito dos 13 programas com conceito 5 ou 4 ('muito bom' ou 'bom') e cinco com conceito 3 ('regular'). Em todas as avaliações cabe recurso.

O conceito 5 foi atribuído a dois programas: Produção Vegetal, que consolida o conceito obtido anteriormente, e Genética e Melhoramento de Plantas, que agora também se credencia a sonhar com a internacionalização e os conceitos 6 ou 7.

O conceito 4 foi atribuído a seis programas: Ciência Animal, Ecologia e Recursos Naturais, Engenharia Civil,Engenharia de Reservatório e de Exploração (que tinha 3 no triênio anterior), Engenharia e Ciência dos Materiais, e Sociologia Política.

Já o conceito 3 foi conferido a cinco programas: Biociências e Biotecnologia, Ciências Naturais, Cognição e Linguagem, Engenharia de Produção e Políticas Sociais.

Para o pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação da UENF, Edson Corrêa da Silva, a maturidade da pós-graduação da UENF trouxe junto não apenas os avanços de alguns programas, mas também a estabilidade de toda a pós-graduação em termos de regularidade frente à Capes. Papel importante nisto, avalia Edson, cabe às regras internas de credenciamento de professores nos programas, instituídas através de Resolução formatada depois da avaliação do triênio anterior e o forte trabalho de planejamento dos Programas. Já o reitor Almy Junior afirma que os ganhos são frutos das políticas implantadas interna e externamente e da atuação de toda a comunidade universitária

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Di Donato dispara em enquete para prefeito de Campos

Enquete no http://http//dihumor.blogspot.com/aponta Aloisio Di Donato como franco favorito para concluir o período restante do mandato da prefeita cassada.
Já visando dar novos rumos e preparar Campos para receber parte das Olimpíadas e jogos da Copa, a sua preocupação é a montagem de equipe de trabalho.

Soubemos que em breve estará disponível um espaço democrático para sugestão de nomes no DI HUMOR.
Ao que tudo indica, toda a equipe que cuida da campanha do futuro governador verde, Fernando Gabeira, deverá se sediar em Campos logo após o resultado do pleito ao governo do estado.

Todo sucesso!!!

domingo, 12 de setembro de 2010

Uma reflexão sobre a eleição presidencial enviada por Fernando Guida

(foto: Mauro Paulino - sociólogo e diretor do Datafolha)

Apesar de não haver alteração geral no quadro da eleição presidencial, a Folha traz análise interessante da última pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta feira. O escândalo da Receita começa a fazer estragos pontuais importantes, a saber:

1. Dilma perdeu 5 pontos em 5 dias entre eleitores que têm nível superior de escolaridade.
2. Dilma caiu 8 pontos entre os eleitores de maior renda.
3. Marina ganhou 4 pontos entre os de escolaridade superior, chegando a 23% neste segmento.
4. Marina subiu 6 pontos entre os que têm renda superior a 10 salários mínimos.
5. Nos últimos 15 dias, Marina cresceu 8 pontos entre os que ganham de 5 a 10 salários mínimos.

6. Marina subiu 8 pontos no Distrito Federal e ultrapassou Serra!!!

Mauro Paulino, do Datafolha, termina a análise com a seguinte reflexão:

"As mudanças não influenciam o total da amostra, já que estes conjuntos têm baixo peso quantitativo no eleitorado.
As próximas pesquisas devem responder se as variações ficarão limitadas a esses segmentos ou se produzirão ondas para outros".

sábado, 11 de setembro de 2010

Se as intenções de voto continuarem neste patamar, Gabeira irá disputar o 2º turno

Do G1 RJ

...é pura matemática!!!

No Rio, Cabral tem 58%, e Gabeira, 18%, aponta Datafolha
Margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos.
Instituto ouviu 1.282 eleitores entre os dias 8 e 9 de setembro.

Senado no Rio tem empate técnico entre Crivella e Lindberg, diz DatafolhaPesquisa Datafolha sobre a disputa ao governo do Rio de Janeiro mostra que Sergio Cabral (PMDB) tem 58% das intenções de voto, e Fernando Gabeira, (PV), 18%. Como a margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos, Cabral pode ter entre 55% e 61%, e Gabeira, entre 15% e 21%.

Veja a seguir os dados completos da pesquisa:

INTENÇÃO DE VOTO PARA O GOVERNO DO RIO DE JANEIRO
Resposta estimulada e única, em %
Sérgio Cabral (PMDB) 58%
Gabeira (PV) 18%
Fernando Peregrino (PR) 3%
Eduardo Serra (PCB) 2%
Cyro Garcia (PSTU) 2%
Jeferson Moura (PSOL) 1%
Branco/nulo 8%
Não sabe/não respondeu 8%

Data da pesquisa: 8 de setembro a 9 de setembro
Número de entrevistas: 1.282
Margem de erro: 3 pontos percentuais para mais ou para menos
Registro no TRE-RJ: protocolo nº 78592/2010
Registro no TSE: protocolo nº 29307/2010

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Gabeira amanhã, sexta/10 em Campos. Sábado em Itaperuna.

Sua agenda:

Dia 10 set., sexta, em Campos/Italva:
10:30hs: Chegada em Campos
11:00hs: Caminhada pelo calçadão no centro da cidade
Pausa para almoço
14:30hs: Caminhada centro Municipio de Italva.
Retorno a Campos
17:00hs:Caminhada centro de Campos e terminais pontos de onibus.
18:00hs:Encontro com o Reitor e professores da UENF (em greve)
20:00hs:Jantar
Contatos:
Andral, cel 22-9981 3079
Sandro,cel 21-7857 4599

Dia 11 set., sábado, em Itaperuna/Miracema
9:00hs: Caminhada no centro da cidade.
12:30hs:Almoço Restaurante Fogão e Lenha com empresários e lideranças locais.
14:30hs:caminhada no centro do Municipio de Miracema

Contato:Flavio Lemos,cel 22-9999 2270

Estão todos convidados,
Abs.
Nena Düppré

Valeu, querida NEna!!!

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Fora de circulação. Um registro.




O adeus ao 'Jornal do Brasil': após 119 anos, um dos diários mais importantes do país deixa de existir na sua versão em papel
Publicada em 31/08/2010 às 23h58m
Paulo Thiago de Mello




RIO - A partir desta quarta-feira, o "Jornal do Brasil", fundado em 1891, deixa de circular na sua versão impressa. Aos leitores, restará apenas a opção da edição digital, via internet, mediante uma assinatura mensal de R$ 9,90. Para a empresa que administra a publicação há nove anos, trata-se de um passo rumo ao futuro, mas para muitos profissionais de imprensa a iniciativa significa uma espécie de morte de um dos mais importantes jornais do país.

Fundado num 9 de abril, o "JB" marcou seu lugar na história dos grandes jornais como um precursor de inovações, como o uso de agências de notícias e o envio de correspondentes ao exterior.

Lançado menos de dois anos após a Proclamação da República, o "JB" foi identificado inicialmente como um jornal monarquista e, desde então, manteve uma intricada relação dialética com a vida republicana brasileira.


- Eu resumo a história do "JB" em dois períodos. Um século de glória e duas décadas de agonia - afirma Alberto Dines, do Observatório da Imprensa e ex-diretor de redação do "JB", onde trabalhou de 1962 a 1973. - Era um jornal liberal no sentido de ser antimilitarista e, portanto, contrário à República, que nasceu pelas mãos de um golpe militar.

Fundado pelo jornalista Rodolfo Dantas, o "Jornal do Brasil" passou a ser comandado, na década de 20, pelo conde Ernesto Pereira Carneiro, que fez a transição de um diário popular para um jornal mais moderado e moderno. O "JB" teve entre seus profissionais nomes como os de Ruy Barbosa, Joaquim Nabuco, Manuel Bandeira, Carlos Drummond de Andrade, Barbosa Lima Sobrinho, João Saldanha, Carlos Castello Branco, Otto Lara Resende e Ziraldo, entre tantos outros. Em 1954, após a morte do Conde Pereira Carneiro, sua viúva, a condessa Maurina Dunshee de Abranches Pereira Carneiro, passou a dirigir o jornal. Anos mais tarde, passou o bastão ao genro Manuel Francisco do Nascimento Brito, eternizado como o "doutor Brito".


Entre as décadas de 50 e 80, viveu seu auge. A reforma gráfica de 1959, a cargo de Amílcar de Castro, introduziu novidades como diagramação vertical e eliminação de fios entre as colunas, que acabaram influenciando jornais dentro e fora do Brasil. No plano editorial, as mudanças foram realizadas pela equipe de Odylo Costa, filho, na qual estavam jovens jornalistas como Wilson Figueiredo, Carlos Lemos, Jânio de Freitas, entre outros. Os textos ficaram mais leves e foram criados suplementos, até então inexistentes na imprensa brasileira.

- Nos anos 60 e 70 ele revolucionou a imprensa brasileira, era o modelo a ser seguido, tanto gráfica como editorialmente - diz Orivaldo Perin, que entrou no "JB" como estagiário, onde trabalhou "três encarnações". - Sua importância estava mais no conteúdo que na tiragem. A venda média do jornal, mesmo nos áureos tempos, ficava entre os 100 mil e os 150 mil exemplares/dia, mas tudo o que publicava, repercutia.

- O "JB" também foi muito importante para O GLOBO. A concorrência entre os dois obrigou cada um a entrar na seara do outro, com bom jornalismo e conteúdo. Foi um dos momentos mais bonitos da história do jornalismo brasileiro. Quem ganhou foi o leitor - afirma Dines.


A família Nascimento Brito dirigiu o jornal por décadas e, após sucessivas crises, arrendou a marca para a Companhia Brasileira de Multimídia, do empresário Nelson Tanure, em 2001.

Nos anos do regime militar, o jornal teve um papel decisivo. Entrou para a história a primeira página de 14 de dezembro de 1968, no dia seguinte à decretação do Ato Institucional número 5 (AI-5) em que, no canto esquerdo, dizia: "Tempo negro. Temperatura sufocante. O país está sendo varrido por fortes ventos. Mínima 5 graus no Palácio Laranjeiras. Máxima 37 graus em Brasília". No entanto, já em crise, na década de 80, o jornal foi acusado de flertar com o malufismo.

A partir dos anos 90, o jornal teve altos e baixos na linha editoral e, em persistente crise financeira, foi entregue a Tanure, que adotou a versão berliner e transferiu a sede da Avenida Brasil 500 - onde estava desde 1973 - para o casarão da Avenida Paulo de Frontin. Nas últimas semanas, o prédio do Rio Comprido tem pendurada uma faixa de "aluga-se". Com uma dívida estimada em R$ 100 milhões, o jornal impresso ainda empregava cerca de 60 profissionais.

Em 2008, o "JB" - e a "Gazeta Mercantil", que também desapareceu pelas mãos de Tanure - deixou de ser filiado ao IVC, o Instituto Verificador de Circulação (IVC) e, por isso, não há números precisos da sua tiragem recente.


- Ele (o "JB") não morreu de repente. Veio morrendo aos poucos. Quando o jornal fez um século, já estava mal - afirma Alberto Dines, lembrando que o jornal cometeu erros políticos e econômicos.

Flávio Pinheiro, ex-editor-executivo do "JB", emenda:

- O "JB" que morre hoje (ontem) nas bancas já estava inteiramente desfigurado. Irreconhecível na sua fisionomia e na sua alma - diz Pinheiro.

O colunista Ancelmo Gois, também ex-"JB", concorda:

- O "JB" acabou faz tempo. Era um cadáver insepulto. Digo isso com tristeza. É difícil dizer quando exatamente o jornal acabou, mas, certamente, não foi agora. Em que pese o esforço quase heroico dos coleguinhas que estavam lá, o jornal já tinha perdido a alma.

- Não lamento agora o fim do "JB". Já lamentei anos atrás. Não identificava no jornal que circulou até agora, e do qual me mantive assinante, o "JB" dos bons tempos - diz Artur Xexéo, que iniciou a carreira no "JB"

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Solidariedade: Um apelo chegado por e-mail.

E-mail que nos chegou da nossa amiga Sylvia Paes. Exclui o telefone da Paula Melissa do texto para evitar brincadeiras. Porém, quem puder ajudar encaminhe em comentários que repassarei à Sylvia.

Caros amigos,
Gostaria de pedir que se alguém tiver uma geladeira para doar ou vender por um preço razoável que entre em contato comigo, pois esta semana tomei conhecimento de uma criança de 6 anos que está com câncer no estômago e a família precisa guardar o medicamento em uma geladeira, porém estão em Travessão em uma "casa" emprestada que não tem mobília.
A família da criança é de Rio das Ostras e veio para Campos para a filha poder fazer o tratamento na Beneficiência Portuguesa, pois em Rio das Ostras não há os recursos necessários. Ressalto que os pais abandonaram o emprego e não tem nenhum recurso, são pessoas muito humildes.
A equipe do Serviço Social do Hospital Beneficiência Portuguesa também tem ciência da problemática da família, caso tenham interesse em ajudar por favor me procurem ou procurem a equipe do Serviço Social do Hospital.
Também recebi a sugestão de uma amiga de realizar um bazar para arrecadar fundos, mas mediante a urgência estou enviando este email e conto com vocês.
Por favor repassem paar o maior número de pessoas que puderem.
Obrigada!!!!
Paula Melissa
RESOLVIDO!!! PORÉM...

As pessoas que desejarem e puderem doar móveis, roupas, água mineral e utensílios domésticos para a família da criança de 06 anos, moradora em Travessão, que se encontra com cancer e em situação de vulnerabilidade social - oriunda de rio das ostras, vieram para Campos com objetivo de realizar tratamento, residem em uma casa cedida, sem ventilação, quente, de telha eternit, sem água potável (poço contaminado) - poderão faze-lo diretamente na AMAPEC/ A/C Asssitente Social Paula Melissa (associação de portadores c/ cancer) pois tentaremos uma caminhonete para levar as doações na semana que vem. Caso desejem poderão faze-lo diretamente junto à família vai telefone da mãe Srª Fátima: 99384280.

A família é composta da mãe, pai, duas filhas, 6 e 4 anos e cuidam de uma sobrinha.
A asssitente social que visitou a casa relatou seguinte: exite um estrado no quarto com dois colchonetes, uma televisão emprestada e uma pia sem torneira. Foram conseguidos geladeira, fogão de duas bocas e butijão c/ gás.

Na verdade, o melhor acaminho seria o CRAS/SMFAS alugar uma casa que viabilize condições dignas de existência e tratamento com menos risco de infecção. Já foi encaminhado relatório ao CRAS de Travessão.

A AMAPEC fica na Av. Felipe Uébe, 506 esquina com av. 28 de março, tel- 27226852

contato Paula Melissa Pereira Mendonça <http://paulamelissam@hotmail.com>;