terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Blog do Núcleo: um novo momento nasce na blogosfera...


...e só tem fera!!!

nucleolenilsonchaves deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Xacal, a força de um debatedor.":

Caro Joca,

Permita-me apresentar o blogdonucleo.blogspot.com

É claro que esse blog não pretende ocupar a lacuna deixada pela TrOLha.

Mas é uma nova forma de estabelecer um debate franco entre as forças políticas dessa cidade que esperam algo NOVO.

Conto com você

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Postado por nucleolenilsonchaves no blog Carraspana Campista em 23 de fevereiro de 2010 12:07

Xacal, a força de um debatedor.


Mesmo fora do ar desde dezembro, o blog A Trolha continua vivo.
São 140 comentários registrados. Como diz o poeta "a saudade mata gente!"

terça-feira, 29 de dezembro de 2009
TrOlHA de fora...
A partir daqui, os últimos momentos da TrolHa com a contribuição de vocês...Tudo, ou quase tudo, já foi dito...Só me resta dizer mais uma vez: Obrigado...Um abraço...

Postado por xacal às 16:36 140 comentários
Anônimo disse...
Seu blog realmente faz falta!

21 de fevereiro de 2010 01:51

Ele tem razão!!!!!!!!!!!!!





MP, ouça o Cara!!!!!!!!!!!! Ela vai matar a Maria do Pilar!!!!!!!!!!!!!!!!

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Fazer xixi na rua ou não fazer; eis a questão

Se o mesmo empenho demonstrado pela Polícia em prender os “mijões” fosse visto em relação aos grandes bandidos, viveríamos em um mar de rosas.

Foram 302 foliões presos nas ruas do Rio de Janeiro — dos quais 13 mulheres e nove
estrangeiros. Todos foram liberados após assinar um termo na delegacia comprometendo-se a comparecer ao Juizado Especial, mas ficarão com a ficha “suja” por cinco anos. Se tiverem o azar de cometer qualquer outro “crime” neste período, ainda que de menor potencial ofensivo, estão sujeitos à perda dos benefícios inerentes à condição de réu primário.

Para minimizar as críticas, a Prefeitura já informou que, no próximo carnaval, vai disponibilizar um número maior de banheiros químicos pela cidade.

Ao que parece, o número de foliões superou as expectativas da Riotur. Estima-se que cerca de três milhões de pessoas participaram do carnaval de rua — bem acima dos 2,5 milhões previstos.

No entanto, me parece irracional reprimir o “xixi na rua” prendendo os foliões. Um ato antipático e que só contribui para gerar insatisfação em uma festa cuja intenção é justamente a confraternização entre todos.

Se o objetivo é mudar mesmo a mentalidade de quem faz xixi nas ruas, a primeira coisa a ser feita é oferecer um serviço público impecável (em outras palavras: banheiros em número suficiente e adequadamente limpos). Afinal, dignidade é um dos direitos básicos do cidadão.

Acidente envolve 3 caminhões na BR 101, próximo à entrada de Carapebus

Grave acidente envolvendo três caminhões na BR 101, na altura de Carapebus provoca grande engarrafamento.
Entre os veículos envolvidos, está em caminhão dos Correios e um que transportava tijolos. Há o registro da morte de um dos motoristas. Pelas imagens pude perceber que o tijoleiro é um mercedes azul.
Fonte: RJ TV

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

A Globo e a cobertura capenga do carnaval 2010.


Para narrar desfile de escolas de samba...
...eles são excelentes no esporte!!!!
Todos já se acostumaram à excelência com que a Rede Globo de Televisão trata os seus eventos. O que lhe garante estar entre as melhores do mundo. Este ano, porém, a transmissão do carnaval carioca deixou muito a desejar. Falhas sucessivas foram a marca da jornada. Quem deve se explicar é o veterano Roberto Talma e o José Bonifácio de Oliveira, o Boninho, diretores de núcleo do carnaval 2010.
O locutor esportivo Luís Roberto e a jornalista Glenda Kozlowski, que ancoraram as transmissões, pareciam estreantes na profissão. Se ativeram aos releases das escolas e os liam sem a mínima emoção e demonstração de conhecimento de causa. Chegaram várias vezes a se atropelar. Comentários da vida particular, com intuito de aproximar o telespectador, se tornaram cacos desprezíveis.
O roteiro de transmissão parecia ser improvisado. No primeiro dia, foi dito que tudo deveria ser interrompido para se assistir ao "grito de guerra" de cada escola. Miou, foram desprezados. Por inúmeras oportunidades, as imagens que estavam no ar não eram narradas (até mesmo percebidas) ou as cortavam de maneira súbita.
O grande jornalista e apresentador do ótimo programa Sarau, transmitido pela Globo News, Chico Pinheiro, era o anfitrião da Esquina do Samba, espaço integrado da equipe de jornalismo, narradores e comentaristas (Geraldo Carneiro, Deborah Colker, Pedro Luís e Haroldo Costa). Pescando celebridades, ele fez um razoável trabalho. Só não era de se esperar que seu auge seria tirar os roupões das destaques e exibi-los como troféu. Nestes momentos, me remontava à falecida Rede Manchete de Televisão, que se notabilizou, entre outras coisas, pelas transmissões mais ousadas do carnaval.
Os comentaristas, sob seu comando, embora grandes nomes, falavam mais do que o suficiente e se atropelavam. Furavam as narrações já enfraquecidas pelo casal de esportes. Os drinks? Por que culpá-los? Estou certo que eram cenográficos...
Na verdade não havia para o telespectador uma linha a ser apreendida. A maior dificuldade foi acompanhar a evolução das escolas. Na verdade impossível. O que colaborou em muito para isso foi o excesso de chamadas dos repórteres que cobriam os vários pontos do Sambódromo. Muitas das vezes sem o mínimo apelo.
Não posso deixar de falar também do(s) engenheiro(s) de imagens. Os cortes eram os mais inoportunos possíveis.
A cobertura televisiva deve cumprir não só o papel de substituir o acompanhamento in loco, mas sobretudo de propiciar algo mais aos telespectadores. Como, por exemplo, a participação de comentaristas que sejam realmente especialistas em carnaval e que possam ajudar o telespectador a entender melhor o que está sendo transmitido. Interrupções, só quando forem realmente necessárias ou quando venham se somar à cobertura. Brincadeiras sem graça, principalmente quando apelativas, só causam irritação.
Como sabemos que a cobertura estava sendo transmitida simultaneamente para mais de 150 países, é inevitável a pergunta: Será que, na realidade, era para este público lá de fora que a Globo estava se dirigindo? Sim, porque para eles talvez pouco importasse o enredo e todos os detalhes inerentes ao trabalho de cada escola. Uma rápida passagem por jornais estrangeiros, nestes dias, talvez exemplifique melhor o que estou falando: quando se fala de carnaval brasileiro, lá fora, a imagem difundida é a de corpos femininos seminus.
Valeu Plim-Plim!!!

Mas a Globo está em teste para as futuras transmissões em 3D. Talvez estejamos sendo cobaias desses experimentos.